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PRECARIZAÇÃO DO ENSINO | Quase metade das universidades federais não tem verba para fechar o ano

30 das 69 universidades federais afirmam não ter orçamento o suficiente para conseguir arcar com as contas até o fim do ano. Esse corte de Bolsonaro faz com que funcionários sejam demitidos e as pesquisas sejam prejudicadas.

segunda-feira 7 de junho | Edição do dia

A falta de verbas que Bolsonaro e sua gestão no Ministério da Educação vem submetendo as universidades federais vem trazendo apreensão para alunos, professores e funcionários. 30 das 69 universidades declaram não ter orçamento o suficiente para fechar o ano.

O MEC vem travando cerca de 17% do orçamento, que já foi reduzido do ano anterior, o que dá quase 800 milhões de reais.

As áreas mais afetadas são aquelas já precarizadas por toda a situação pandêmica que enfrenta o país, sobretudo pelas ações de Bolsonaro, que são os de alunos pobres, que ficaram sem suas bolsas estudantis e diversos funcionários terceirizados que perderam o emprego.

A Universidade Federal de Juiz de Fora, por exemplo, atacou a parte mais precarizada dos trabalhadores, os funcionários terceirizados, onde 307 foram demitidos em meio a pandemia, passando a somar o já numeroso quantitativo de desempregados do país.

Na Universidade Federal do Pampa (Unipampa), os alunos ingressantes, calouros, não tiveram acesso ao edital de bolsas de estudos, o que debilita e muito o acesso à educação durante a pandemia, que se encontra em modo virtual.

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