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GREVE DOS CORREIOS

Ministro do TST fere direito de greve e ataca greve dos trabalhadores do Correio

A justiça do trabalho por meio do ministro Maurício Godinho (TST) ataca o direito de greve dos trabalhadores fixando uma multa de R$ 50 mil para o sindicato caso descumprimento da medida. O ministro quer que, pelo menos 70 % dos trabalhadores em greve voltem aos seus postos de trabalho.

sexta-feira 13 de setembro| Edição do dia

Imagem: OAB

O ministro está propondo que a greve seja suspensa até a votação do dissídio coletivo que será no dia 2 de Outubro.

Os trabalhadores dos Correios entraram em estado de greve por tempo indeterminado nesta terça-feira (10), em diversas cidades. Essa greve ocorre em defesa da estatal que está sendo ameaçada, por Bolsonaro, a ser privatizada. Os trabalhadores da estatal já vinham sofrendo duros ataques em suas rotinas de trabalho, diversos cortes em direitos como Vale-alimentação, Vale-refeição, convênios médicos. Por sua vez a patronal está tentando aplicar as medidas da nefasta reforma trabalhista, que precariza ainda mais as condições de trabalho para que os capitalistas possam lucrar mais. Para além, de estar contra a privatização dos Correios, os trabalhadores também lutam pela garantia dos direitos que estão sendo atacados e por melhorias nas condições de trabalho.

É de olho no lucro dos grandes empresários, e da economia internacional, que Bolsonaro, junto a Paulo Guedes, vem tentando rifar todas as empresas estatais do Brasil, entregando-as a multinacionais, principalmente a multinacionais estrangeiras, deixando cada vez mais clara a submissão do governo reacionário do Brasil ao imperialismo norte-americano.

O que o ministro Maurício Godinho, do TST, está fazendo é desrespeitar o direito de greve dos trabalhadores, que foi adquirido através de muita luta, um direito conquistado e mundialmente reconhecido dos trabalhadores está sendo atacado em um avanço do reacionarismo e arbitrariedade da justiça. Nesse momento em que passamos no Brasil, sobre comando de um governo reacionário, é necessário cercar de solidariedade a greve dos trabalhadores dos Correios, e impulsionar para que as lutas da juventude contra os cortes na educação se ligue a luta dos trabalhadores contra as privatizações e contra o grande ataque aos trabalhadores a juventude que é a reforma da previdência. Só por meio da luta que os trabalhadores irão conquistar seus direitos e avançar para que todas as empresas privadas sejam estatizadas sobre controle de realmente faz elas funcionarem, os trabalhadores e a população.




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