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RACISMO INSTITUCIONAL

Moro, Bolsonaro e Witzel são responsáveis pelos 80 tiros com seu incentivo ao massacre racista do Estado

Os 80 tiros que atingiram o carro de Evaldo Rosa dos Santos o assassinando e atingindo sua família, são resultado direito da política racista e pró polícia e forças armadas feita por Jair Bolsonaro, Sérgio Moro e Witzel.

terça-feira 9 de abril| Edição do dia

Os 80 tiros que atingiram o carro de Evaldo Rosa dos Santos o assassinando e atingindo sua família, são resultado direito da política racista e pró polícia e forças armadas feita por Jair Bolsonaro, Sérgio Moro e Witzel. O governador do Rio desde sua campanha garantiu que haveria impunidade ao assassinato de inocentes, incentivando que continue a identificação de ’suspeitos’ ou ’bandidos’ única e exclusivamente pela sua cor de pele.

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Junto à Witzel, Sérgio Moro com seu pacote “anticrime” quer legalizar a chacina com a proposta , em que governadores e secretários estaduais de segurança seriam os responsáveis por determinar se policiais que cometessem homicídios durante suas atividades terão redução ou até mesmo isenção de pena. Em nome de “excesso decorrente de escusável medo, surpresa ou violenta emoção”, policiais em serviço poderiam matar civis e não receber nenhuma punição.

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Sob essa lei o policial que apontou a arma contra a estudante em Guarulhos, poderia assassiná-la e alegar “medo, surpresa ou violenta emoção”. Na realidade esse pacote fortalece as forças repressivas do Estado, e é uma marca do autoritarismo judiciário, sem contar que vivemos em um país, e no Rio de Janeiro em particular, onde a policia tem laços com “esquadrões da morte” e integram milícias assassinas, o pacote “anticrime” de Moro facilita ainda mais a ação desses setores. Isso tudo, após completar um ano do assassinato de Marielle Franco, com claras ligações da ação das milícias.

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Bolsonaro em sua campanha presidencial, prometia ampliar o chamado excludente de ilicitude, isto é, que policiais em serviço poderiam matar com impunidade, para além do que já acontece com as alegações de "legítima defesa", tantas vezes forjada por policiais assassinos com os conhecidos "autos de resistência".

O presidente elogia abertamente torturadores e regimes ditatoriais no Brasil e no mundo. Bolsonaro propôs que o golpe militar de 64 fosse comemorado nos quartéis, incitando esse regime que assassinou e torturou em prol dos interesses imperialistas e empresárias, perseguindo as organizações operarias, a população negra e pobre.

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Bolsonaro é a herança mais nefasta de uma transição pactuada onde os torturadores seguem impunes. E a cara mais racista de um país que se construiu em base ao trabalho escravo, e onde o exército, a mando dos governos do PT, foi treinar no Haiti, assassinando a população negra daquele país, para voltar ao Brasil e assassinar a população jovem, negra e trabalhadora.

A intervenção federal no Rio de Janeiro teve como mais um dos seus resultados, a morte de Evaldo, e tantos outros. Essa é a forma que o Estado usa historicamente para tentar disciplinar a população negra, assassinando, torturando e perseguindo, enquanto lhes retira os direitos mais elementares, em um estado caindo aos pedaços.




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