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Concurso da SEE de MG escancara mais um descaso com os professores

segunda-feira 9 de abril| Edição do dia

No ultimo domingo (8) foi realizado em Minas Gerais o concurso da Secretaria do Estado de Educação de MG. Após a realização do concurso, que teve 180 mil inscritos, diversas denúncias surgiram nas redes sociais relacionadas a possível quebra de sigilo e quebra de normas de aplicação.

Logo no início do concurso vários locais de aplicação atrasaram mais de uma hora para abrir os portões, enquanto em outros lugares a aplicação já havia começado. A falta de provas para os candidatos também foi denunciada, em alguns locais a prova começou em algumas salas e outras ficaram esperando. As denúncias também envolvem uso constante de celular nas salas, onde as provas foram vazadas.

A FUMARC (Fundação Mariana Resende Costa), que foi contrata pelo governo de Fernando Pimentel (PT) para realizar o concurso, por meio da Assessoria de Comunicação e Marketing declarou que enfrentou um problema de logística e que isso teria causado o prolongamento do horário de início das provas. Segundo a empresa, "O material de apoio aos fiscais, com a lista de presença dos candidatos, que seria destinado a quatro escolas de Belo Horizonte, foi embarcado em veículo da Fumarc com outra rota de distribuição. Com isso, o veículo da Fumarc teve que retornar ao ponto de origem para a destinação correta do material de apoio."

Em nota, o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais declara que toda a desmoralização do concurso pode ter sido proposital e que solicitará que o Governo do Estado preste explicações e investigue as práticas denunciadas e que os responsáveis sejam responsabilizados pelos atos criminosos, e que as pessoas que fizeram inscrição para o concurso não fiquem prejudicadas. A nota termina com o sindicato reiterando que "as práticas identificadas sugerem a existência de um movimento organizado contra o concurso".

O Movimento Nossa Classe- Educação Minas Gerais publicou a denúncia de mais esse grande desrespeito aos professores, confira:

O governo de Minas Gerais e a Secretária de Ensino não se pronunciaram sobre o ocorrido, o que está gerando muita revolta e muitos questionamentos entre os professores que também exigem apuração imediata do ocorrido para que nenhum trabalhador da educação saia prejudicado.




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