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Jueves 22 de Agosto de 2019
13:36 hs.

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14J: GREVE GERAL
Maíra Machado: "Que as centrais sindicais parem de negociar nosso futuro fazendo um forte 14J desde a base"
Redação
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Faltando apenas 3 dias para a paralisação nacional convocada pelas centrais sindicais, a professora Maíra Machado, dirigente nacional do MRT e diretora de oposição da APEOESP considera que é necessário exigir um plano de lutas das centrais sindicais pra derrotar o plano do golpe institucional. "Nesse dia 14 podemos dar uma grande demonstração de força e de unidade entre a juventude que tem se mobilizado aos milhões nas ruas e a classe trabalhadora. No momento em que está caindo a máscara da Lava Jato e do golpe institucional que aplicaram pra acabar com nossos direitos e que apesar das tentativas de pacto seguem as disputas entre os poderes, o movimento de massas pode entrar com toda força como sujeito político no cenário nacional. Para que essa força possa derrotar os ataques de Bolsonaro, do Congresso, do STF e da Lava Jato é preciso que as centrais sindicais rompam as negociações com o Centrão e coloquem todos os esforços pra um grande dia 14 com atos massivos nas capitais e organizem um plano de luta que não pare no dia 14", declarou.

"É muito importante que o dia 14 não seja um dia isolado. Precisamos de um plano de luta até derrotar todos os ataques e todo o plano do golpe institucional, que inclui as reformas mas também ataques como a prisão arbitrária de Lula que se confirma como parte fundamental da manipulação das eleições de 2018. Por tudo isso viemos batalhando pela realização de milhares de assembleias de base em todo o país e pela constituição de um comando nacional de delegados, pra que os rumos da nossa luta não fiquem nas mãos de meia dúzia de dirigentes sindicais burocráticos que estão negociando nosso futuro. Nesse marco, denunciamos a direção majoritária da APEOESP que não convocou assembleia da categoria e não está colocando todo seu peso e aparato para construir um enorme ato concentrado no MASP. Além da UGT que está do lado do Bolsonaro, vemos por exemplo, enquanto a CUT se diz contra a reforma da previdência, os governadores do PT no Nordeste, partido que dirige essa central enviaram uma carta ao governo querendo propor emendas na reforma, e agora reivindicando que seus estados estejam contidos na reforma federal (além dos governadores do PSB e do PCdoB, que também assinam a carta). Não podemos fechar os olhos pra isso e portanto é necessário que a esquerda constitua um polo alternativo a essas burocracias sindicais, exigindo fortemente delas que se movimentem e rompam essas negociatas. Nossa intervenção como MRT está a serviço dessa batalha", finalizou Maíra.

 
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