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Domingo 15 de Diciembre de 2019
18:38 hs.

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1º DE MAIO
Movimento Nossa Classe chama bloco no 1º de Maio para derrotar a reforma da previdência de Bolsonaro
Redação

Para derrotar a Reforma da Previdência de Bolsonaro, o Movimento Nossa Classe chama todos e todas para formar um bloco nesse primeiro Dia dos Trabalhadores no governo reacionário, às 9h, no Theatro Municipal de São Paulo. Confira o chamado do metroviário Felipe Guarnieri, do trabalhador do bandejão da USP Marcello Pablito e da professora Maíra Machado.

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Felipe Guarnieri: “Nesse 1º de Maio, queremos ter essa moral dos revolucionários russos de 1917, de Trotsky, Lênin, dos metalúrgicos que expulsaram os pelegos da Praça da Sé em 1968, se enfrentando com a burocracia sindical para travar uma luta contra a ditadura militar, os coletes amarelos na França, as massas da Argélia e Sudão, para enfrentar Bolsonaro e os patrões. Lá no metrô impusemos um recuo para Dória e a empresa, que estavam nos punindo por causa dos coletes contra a reforma da previdência de Bolsonaro. A população nos apoia, assim como professores municipais de São Paulo, da rede estadual também, trabalhadores de outros países, estudantes das universidades, e conseguimos fazer Dória e a empresa recuar. Agora vamos com toda força repudiar a presença de Bruno Covas, que foi convidado pelas centrais sindicais.”

Marcello Pablito: “Bolsonaro baseia seu governo no entreguismo ao imperialismo, fazendo aliança com o presidente dos EUA, Donald Trump. Quer descarregar a crise econômica na nossas costas. Sua popularidade despenca e o desemprego só aumenta. Paulo Guedes diz “combater privilégios”, mas na prática irá fazer muita gente trabalhar até morrer para salvar o lucro dos grandes investidores, banqueiros e empresários, devedores de mais de 450 bilhões a previdência, e os principais especuladores beneficiados com o pagamento da dívida pública, onde será destinado o dinheiro montante economizado na reforma. Por isso, queremos defender nesse 1º de Maio o não pagamento da dívida pública, para que os capitalistas paguem pela crise. No dia 15/05, não podemos deixar os professores sozinhos na paralisação nacional. As centrais sindicais devem se incorporar a esse chamado, chamando assembleias de base, construir um plano de lutas, para que cheguemos no 14/06 com uma forte greve geral para derrotar a reforma.”

Maíra Machado: “Chega de negociar a reforma com o governo, como fazem as cúpulas da CUT e da CTB. Não podemos repetir 2017, porque lá foi quando UGT, Força Sindical viabilizaram a aprovação da reforma trabalhista, traindo o chamado para greve geral depois de duas fortes paralisações nacionais, em troca da negociação com Maia sobre o imposto sindical. Hoje vimos o PCdoB e parte do PT segurarem a mão de Maia para elegê-lo para presidente da Câmara dos Deputados, o grande articulador da reforma. É essa situação que exige que, para derrotar a reforma da previdência de Bolsonaro, seja preciso superar a política da burocracia sindical. Precisamos de uma alternativa de esquerda que não conviva pacificamente com essa burocracia, sem críticas, como faz o PSOL, com uma mera oposição parlamentar. Vamos lutar por justiça a Marielle Franco e o não pagamento da dívida pública para que os capitalistas paguem pela crise! Que as centrais organizem um plano de luta com assembleias na base para uma forte paralisação nacional dia 15/05, para não deixar os professores sozinhos, e construir de fato uma greve geral dia 14/06”

Por um 1º de Maio de luta contra a reforma da previdência, por justiça a Marielle Franco e o não pagamento da divida pública para que os capitalistas paguem pela crise, chamamos a todos a participarem do bloco do Movimento Nossa Classe.

Link do evento: https://www.facebook.com/events/600979440370739/

 
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