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UNICAMP | Strategic vai demitir centenas de terceirizados da Unicamp com conivência da reitoria

Em meio à crise econômica, sanitária e social a empresa Strategic, que presta serviço de vigilância para Unicamp, decidiu demitir cerca de 330 trabalhadores. Não podemos aceitar. Nenhuma família na rua!

sábado 26 de junho | Edição do dia

O contrato da Unicamp com a empresa será encerrado no dia 28 de junho. Essa situação escancara o que significa a terceirização do trabalho, que precariza as condições, expõe os trabalhadores aos risco da contaminação com falta de EPIS e ainda demite. A Unicamp, que implementa a terceirização também é responsável por isso.

O contrato será assumido por outra empresa, a Partner Security, e com isso os vigilantes atuais, cerca de 330, serão demitidos. A crise vivemos, com números cada vez maiores de fome, desemprego e mortes por Covid são responsabilidade de Bolsonaro, Mourão e de todo o regime do golpe de 2016.

Todos eles querem descarregar a crise nas costas dos trabalhadores e setores mais precários. A reitoria de Tom Zé na Unicamp, assim como foi a de Marcelo Knobel, se declara "democrática", mas é conivente com as demissões e não toma nenhuma medida para assegurar esses empregos. Não à toa a reitoria implementa a terceirização do trabalho, que leva justamente a mais precarização e a demissões, há anos.

Desde o ano passado, os terceirizados da Unicamp seguem trabalhando sem liberação na pandemia, que já causou três mortes em 2021 no bandejão da universidade: Lurdes, Edvânia e Marcelo seguem presentes em nossas lutas. Enquanto isso, diversos outros trabalhadores foram demitidos sem explicação e sem direitos em 2020. Nós da Juventude Faísca e do Grupo de Mulheres Pão e Rosas defendemos a unidade entre estudantes e trabalhadores contra as demissões e pela efetivação de todos os terceirizados da nossa universidade, sem necessidade de concurso público.




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