Política

ELEIÇÕES

Pré-candidatos a prefeitura de São Paulo enfrentam ações civis ou criminais

Alguns dos principais pré-candidatos à prefeitura de São Paulo enfrentam ou já enfrentaram investigações e processos na área cível e criminal. Na liderança, com 25 % das intenções de votos, o deputado Celso Russomanno (PRB) corre o risco de ficar fora da disputa eleitoral caso o STF (Supremo Tribunal Federal) mantenha uma condenação contra ele.

segunda-feira 18 de julho de 2016| Edição do dia

A senadora Marta Suplicy (PMDB), que tem 16% das intenções de voto e é apoiada pelo Planalto, já foi condenada por improbidade administrativa. Já o atual prefeito Fernando Haddad (PT), que tenta a reeleição, viu o seu primeiro escalão ser atingido pela operação Lava Jato. O estreante João Doria (PSDB) está na mira da promotoria por abuso de poder econômico nas eleições interna do PSDB. Por sua vez, os pré-candidatos Marco Feliciano e João Doria foram alvos de investigação.

Eles são candidatos dos ricos, precisamos de uma voz anti–capitalista para denunciar os políticos dos ricos.

O fato de grande maioria dos pré-candidatos a eleições para a prefeitura de São Paulo estarem envolvidos com algum processo cível ou criminal, demonstra que a política burguesa é formada por acordos com grandes empresas, do toma-lá-da-cá e por muita corrupção. Estes candidatos fazem parte da democracia dos ricos, de um sistema que funciona através do suborno e da corrupção.

Em todo ano eleitoral sabemos que os candidatos dos partidos tradicionais pedem cinicamente o voto dos trabalhadores, mas quando são eleitos aumentam o preço do ônibus, estão envolvidos nos incêndios criminosos que ocorrem nos bairros mais pobres e estão em partidos que estão envolvidos em inúmeros casos de corrupção e que atacam os trabalhadores. Eles caso forem eleitos vão fazer questão de participar dos ataques contra a classe trabalhadora e dos setores populares da sociedade, pois governam para os grandes empresários e banqueiros.

Muito destes candidatos estão envolvidos em crime de homofobia, contra as mulheres e os negros como o pastor Marco Feliciano. Apoiam o projeto reacionário da ‘’Escola Sem Partido’’ que visa silenciar qualquer discussão política e de gênero que existe dentro da sala de aula, pois tem medo que os jovens se coloquem em defesa dos trabalhadores, mulheres, LGBTT e negros.

Precisamos de uma voz anti-capitalista na câmara dos vereadores para denunciar estes políticos corruptos e os ataques que já estão preparando contra os trabalhadores e os setores populares da sociedade. Acreditamos que a saída que os trabalhadores e os setores populares da sociedade podem dar para a crise econômica não é através das eleições, muito menos da Lava Jato do golpista do Sergio Moro, mas sim através da luta independente dos trabalhadores. Visando fortalecer a luta dos trabalhadores, nós do MRT estamos lançando a pré-candidatura para vereador em São Paulo, Rio de Janeiro, Santo Andre (SP), Campinas (SP) e Contagem (MG).




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