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O número de óbitos pela covid é maior do que em agosto de 2020

terça-feira 26 de janeiro| Edição do dia

Foto: Divulgação google.

No Brasil do governo Bolsonaro, os números de óbitos só aumentam devido sua política negacionista que ignora a gravidade do vírus, os dados dessa pesquisa são das secretarias estaduais constando 631 números de óbitos nas últimas 24 horas, totalizando 217.712 vítimas do coronavírus. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.055, a maior desde 4 de agosto (quando foi de 1.066 mortes).

Segundo informações do jornal o Globo, desde do início da pandemia são 8.872.964 casos confirmados de covid-19. Por dia são diagnosticados 51.532 novas pessoas contaminadas pelo coronavírus. Os estados que a taxa de contaminação e óbitos aumentam são Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Amazônia e Roraima. A dramática situação do país, que tem 10% das mortes de COVID-19 no mundo, sendo que representa 2,7% da população mundial, é expressão do negacionismo de Bolsonaro e dos militares como Pazuello, que permitiram que o oxigênio acabasse em Manaus e agora no Pará, favorecendo o total colapso do sistema de saúde, pessoas morrendo por falta de um insumo básico.

Porém, Bolsonaro não atua sozinho, além dos seus aliados, até os que se diferenciam de Bolsonaro também são responsáveis pela situação do país, como por exemplo, Rodrigo Maia e opositores no Congresso, ou até mesmo os governadores dos estados, como próprio João Doria, que defendeu a volta as aulas sem um plano massivo de vacinação, colocando a vida dos profissionais da educação e alunos em riscos. Querem aparecer responsáveis perante a completa inércia de Bolsonaro, mas apenas para lavar as suas mãos pelas mortes em São Paulo, tendo apoiado medidas de proteção patronal do governo federal e que os trabalhadores seguissem correndo todos os riscos.

A pandemia segue em curso no Brasil e os óbitos não param, segundo o Ministério da saúde, apenas 34% dos profissionais da saúde serão imunizados pela vacina, esses são os profissionais da saúde que cotidianamente são linhas de frente em combate ao coronavírus, mas nem isso garantiu a vacinação 100%. Enquanto isso, os trabalhadores que não tiveram direito ao isolamento social, seguem expostos ao coronavírus e com a incerteza de serem vacinados.

A realidade do país mostra que de fato a prioridade desse governo não é a vida dos trabalhadores. Por isso, nós do MRT fazemos um chamado a todos que Contra Bolsonaro e Doria, batalhemos pela disponibilização universal da vacina. Para não deixar que a vida de milhões de trabalhadores seja marcado pelo negacionismo de Bolsonaro e toda ganância capitalista.

Leia também: EDITORIAL: Contra Bolsonaro e Doria, batalhemos pela disponibilização universal da vacina




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