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PANDEMIA | “O (in)infectável”? Debochando dos 465 mil mortos Bolsonaro faz piada sobre ser imortal

No fim da tarde dessa terça-feira (1) com o país registrando mais de 465 mil mortos por Covid-19, Bolsonaro continua negando a pandemia e debochando das vítimas. Ao cumprimentar apoiadores no Palácio da Alvorada faz piada por ser “infectável” quando provavelmente queria dizer incontaminável.

quarta-feira 2 de junho | Edição do dia

Apoiadores o corrigem dizendo “ininfectável”, um vocabulário que só existe na linguagem própria dos doutos ignorantes reacionários que acham que tudo sabem usando como fonte o whatsapp. Em nenhum dicionário da língua portuguesa essa palavra existe, o correto seria incontaminável. Bolsonaro testou positivo para o novo coronavírus dia 7 de julho de 2020.

Bolsonaro acrescentou o "infectável" a uma piada que sempre faz dizendo que é um homem de 3 Is: "incomível, imorrível e imbrochável".

Com quase meio milhão de pessoas mortas pelo novo coronavírus, sem contar as vidas perdidas pela violência policial, pela fome e carestia de vida o governo Bolsonaro bem como todo o regime do golpe, que descarrega a crise capitalista sobre a juventude e a classe trabalhadora, é mais perigoso que o vírus. Não só por promover a circulação de pessoas mas por muito mais. Pelos planos econômicos de privatizações, de exploração de terras indígenas, de avançar em ajustes e reformas que levarão sem dúvida a um "genocídio" ainda maior, para além da pandemia de Covid-19. As mobilizações do último dia 29 mostram o caminho, unificar a juventude e a classe trabalhadora para arrancar nossos direitos nas ruas para que sejam os capitalistas que paguem pela crise.




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