Juventude

Nova Juventude

Novos depoimentos sobre o lançamento da Faísca

Veja os novos depoimentos e poemas sobre o lançamento da Faísca – Juventude Anticapitalista e Revolucionária feito no dia 2 de abril em São Paulo. O lançamento reuniu 400 jovens de diversas capitais e cidades do país.

terça-feira 12 de abril de 2016| Edição do dia

“o que dizer do encontro revolucionário?
da nova juventude?
só glórias e amores
cheiro de cabeças pensando
e pensando mesmo querendo o novo, o ideal,o lírico
aquilo que é sonho mas também pode ser real
a faísca queima,modifica,o artista o pensador precisam fazê-lo
precisamos reformular a ordem vigente é necessário
nós que já estivemos presos agora nos libertamos
e queremos libertar você também
ó pobre oprimido que defende o conservador
um dia perceberás que essa causa é tua
e se voltara não contra seus irmãos que tentam te libertar
mas contra os que te oprimem
os homens de terno com fantoches manipulando os homens com armas e fardas
estes não passaram.....
mil vivas a nova juventude e suas pautas mais do que necessárias!”
Cainã, estudante de Artes Visuais da PUC Campinas

"Foi muito legal muito informativo p mim , e também foi uma coisa muito nova ver as pessoas falando se expressando sendo elas mesmas e tudo aquilo p mim foi muito bom!"
Gabriel Vas- secundarista da E.E.José Antunes Santo André

“No dia 2 foi emocionante ver mais de 400 jovens gritando que não aguentam mais esse sistema podre e que querem a sua subversão. A mesa expressou uma nova juventude, que é secundarista, universitária, trabalhadora, negra, LGBT e mulher, e que frente à situação nacional de polarização entre PT e a direita, quer uma outra alternativa, uma alternativa que ponha abaixo todo o sistema de exploração e opressão que somos obrigados a viver no capitalismo. É uma juventude que quer a libertação dos corpos e mentes, que não se contenta com a miséria do possível, que quer ir por mais, e tem toda a força necessária para construir em cada local de trabalho e estudo formas de resistência, luta e organização contra a sociedade de classes.”
Flávia Telles, estudante de Ciências Sociais da UNICAMP

"A plenária do dia 2 me mostrou que o número de jovens revolucionários está aumentando cada vez mais. Havia uma grande expressão contra o capitalismo e as opressões, uma juventude que não está satisfeita com governos e entidades governistas estudantis que não nos representa. Naquela plenária senti que somos uma alternativa de juventude revolucionária que está disposta a lutar junto com a classe operária e trazer cada vez mais jovens negros e negras, LGBTS e mulheres para lutar contra as opressões que sofremos todos os dias.
As falas feitas naquele dia mostrou que os jovens do Faísca tem muito ódio e muita vontade de lutar e ser uma alternativa de juventude anti capitalista e revolucionária!"
Nianza – estudante da Fundação Santo André

“Foi incrível a experiência de participar da formação dessa nova juventude, é difícil estar presente em um ambiente tão acolhedor (todos que conversei eram pessoas divertidas e com ideias ótimas) e conhecer gente diferente, com outra bagagem, mas lutando pela mesma coisa: um mundo melhor e mais justo. Algumas pessoas falam que nossa juventude é alienada e passiva, mas pra mim não, a gente sabe muito bem o que quer e vai lutar por isso.”
Marcos Antônio, estudante de Publicidade e Propaganda da PUC Campinas

"Um momento de muita alegria, onde pude ver jovens e adultos, representantes do movimento estudantil e da classe trabalhadora tomando a frente e se posicionando contra as opressões, contra os ajustes do governo, contra a direita reacionária. Foi lançada uma juventude composta principalmente por negros, mulheres e LGBTs, que estão - e estarão - em constante luta frente aos diversos ataques históricos sofridos diariamente. Ver tanta gente unida dá esperança e motivação. O lançamento do Faísca dá voz aos oprimidos, um momento marcante."
Victor, estudante inadimplente da Fundação Santo André

“Desde o momento em que eu me descobri de esquerda, sinto a necessidade de me aproximar dos movimentos sociais e estudantis e somar na luta dos meus iguais, mas eu estava com uma certa dificuldade em me sentir pertencente à algo, nunca consegui levantar uma bandeira e isso faz muita diferença, principalmente num momento como o atual. Ir no lançamento da nova juventude, a Faísca, uma juventude anticapitalista e revolucionária, foi um "abridor de águas". Uma juventude que vai à luta, que enfrenta, que é combativa, que não tem medo de se posicionar, que esta nas escolas nas periferias, que está nas universidades e colando junto com a classe trabalhadora. Com certeza, é isso que eu estava procurando. E eu posso afirmar que eu "me achei". Que a faísca levanta as pautas nas quais eu quero basear minha militância. É pelo o que eu, sendo parte de uma juventude da periferia e filha da classe trabalhadora, quero lutar. Por isso eu estou totalmente disposta a construir essa nova juventude combativa, eu quero fazer parte da faísca que vai impulsionar a revolução, eu quero ser agente da minha própria história junto com as minhas iguais e não vai ser estado burguês nenhum que vai nos impedir. Que juntos, nós sejamos fortes o suficiente para conseguirmos ser os agentes dessa nova história que será construída.”
Júlia Helena, estudante de Ciências Sociais da PUC Campinas

"Olá meu nome Evellyn tenho 16 anos sou secundarista...Tinha muito que fala mais vou focar no que me chamou atenção muitos jovens lutando por um motivo só uma humanidade totalmente sejamos socialmente iguas. Sem preconceito sem racismo sem violência sem desigualdade pois que os contra os ricos os racista aprender nós negras, lésbicas ,gays e transexuais podemos viver todos juntos. Vamos lutar por um Brasil não pelo um mundo melhor sou faísca vim lutar contra o anticapitalismo vim fazer a diferença."
Evellyn, secundarista do ABC – SP




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