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Coronavírus | Mundo tem recorde de 2,4 milhões infecções por Covid em 24h

Alta é puxada pelos EUA, que retorna para o epicentro da pandemia com 1 milhão de novos casos em 1 dia. Apesar da alta de infecções, os óbitos seguem em baixa. Segue a barbárie capitalista e a necessidade da quebra das patentes das vacinas.

terça-feira 4 de janeiro | Edição do dia

Dados do “Our World in Data”, projeto ligado à Universidade de Oxford, mostram um recorde de novas infecções a nível mundial nas últimas 24h. É a primeira vez desde o início da pandemia que o mundo registra mais de 2 milhões de casos em um só dia, o recorde anterior era do dia 30 de dezembro de 2021 quando foram registrados 1,95 milhões.

Desde de dezembro de 2021, a curva de casos registrados segue em alta, mostrando uma enorme acentuação nos últimos dias do ano. A alta vem sendo associada à variante Ômicron, que é altamente transmissível.

Apesar do crescimento nas infecções, os óbitos seguem caindo na última semana como reflexo do avanço na vacinação, tendo sido registradas 5.845 mortes no mundo nas últimas 24h. O recorde de óbitos é de 20 de janeiro de 2021, quando foram registrados 18.062 óbitos em todo o mundo.

No Brasil nas últimas 24h foram registradas 11.654 novas infecções e 72 óbitos. No Brasil, uma epidemia de gripe se soma ao Covid, com o vírus H3N2 sendo apontado como causador de uma onda de casos que atualmente supera a Covid em internações. Especialistas apontam que o Brasil corre o risco de uma “onda silenciosa” devido à variante Ômicron e a epidemia de gripe em meio a uma escassez de testes.

Para evitar uma nova piora na crise sanitária e dar um basta nessa pandemia que vem vitimando principalmente os trabalhadores e trabalhadoras, é necessário um plano de emergência com testagem massiva e a quebra das patentes das vacinas para garantir a imunização completa para toda a população, tirando a prioridade do lucro das grandes multinacionais farmacêuticas dos países imperialistas. Uma medida necessária para impedir que se alastrem variantes como a Ômicron e outras que ainda podem surgir devido à desigualdade vacinal mundial, comprometendo a própria eficácia dos imunizantes já desenvolvidos.




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