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RODOVIÁRIOS

MP de Bolsonaro volta a atormentar os rodoviários de Porto Alegre para garantir o lucro dos patrões

Em denúncia enviada por um rodoviário de Porto Alegre, do qual mantemos o anonimato, relata a volta do uso da "MP da morte" de Bolsonaro pelos empresários do transporte público. Um meio dos empresário de descarregar a crise nas costas dos trabalhadores.

quarta-feira 5 de maio| Edição do dia

Um cartaz colado nas paredes da empresa avisa:

"Em virtude da pandemia e ada grade crise que o transporte coletivo se encontra, comunicamos que voltaremos a usufruir do programa BEm do Governo. Os contratos deverão ser assinado na garagem da empresa."

A patronal do setor privado dos transportes utilizou da medida nos primeiros meses da pandemia, ainda em 2020, com a justificativa da redução da demanda devido ao fechamento de boa parte dos locais de trabalho e comércio. Agora, longe daquela realidade, com praticamente tudo aberto, os empresário voltam a utilizar a MP apenas para proteger seus lucros.

Esses mesmos empresários do transporte receberam da prefeitura de Sebastião Melo (MDB) R$ 42 milhões para salvar seus lucros, sem nenhuma garantia dos empregos dos trabalhadores. Além disso, esses mesmos empresários abandonaram cerca de 20 linhas alegando prejuízo. Grande parte dessas linhas hoje são operadas pela Carris.

Melo e os empresário do transporte são inimigos dos rodoviários e dos trabalhadores de Porto Alegre. Em meio à crise do coronavírus, com hospitais ainda lotados e milhares de mortos na cidade, seguem na linha de superlotar ônibus, precarizar a vida dos rodoviários com reduções salariais e demissões, corte de linhas e de tabela horária, além de sucatear a Carris para vender a empresa por preço de banana. Tudo no sentido de descarregar a crise nas costas dos trabalhadores.

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Veja também: 6 motivos para lutar contra a privatização da Carris e desfazer as mentiras de Melo




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