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Varíola do macaco | Homofóbico diretor da OMS relacionou propagação da doença com relações homoafetivas

Na tarde da última quarta-feira (27), a Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou uma nova reunião para debater o surto mundial da varíola dos macacos (monkeypox), e se escancarou o caráter lgbtfóbico dessa organização que vem mostrando que nunca esteve a serviço de salvar as vidas na pandemia e contra as demais doenças, porque estava a serviço dos lucros dos capitalistas, como o capital financeiro, e agora vomita sua homofobia.

quinta-feira 28 de julho | Edição do dia

Tedros Adhanon, diretor-geral da OMS, de forma deplorável, pediu que "homens que fazem sexo com homens" diminuissem o número de parceiros, de relações sexuais e de exposição ao vírus.

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Esse é o caráter reacionário e lgbtfóbico de Adhanon e da OMS, que faz uma ligação absurda entre a orientação sexual e a doença.

Cínicamente, Adhanon disse ainda que doença pode infectar ’qualquer pessoa exposta’ e que ’estigma e discriminação são tão perigosos quanto o vírus’, sendo que quem está estigmatizando a população LGBTQIA+ é ele mesmo.

A OMS tenta aparecer como diferente de negacionistas e reacionários da extrema-direita como Bolsonaro e Trump, mas deixa escancarado o seu caráter lgbtóbico, semelhante ao que é proferido por esses setores da extrema-direita, além de ter demonstrado durante toda a pandemia sua incapacidade para conter os avanços da COVID-19, onde boa parte dos trabalhadores que não tiveram direito a quarentena seguissem morrendo nas filas dos hospitais, um meio de garantir os lucros dos capitalistas, como o capital financeiro, que tiveram lucros exorbitantes durante a pandemia.




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