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Em imagens: a greve que chacoalhou a França

Em imagens: a greve que chacoalhou a França

A maior greve da história da França registrada em algumas imagens


Manifestação da greve iniciada no dia 5 de dezembro. Na faixa, lê-se: "quem semeia a miséria, colhe a raiva". (Clement Mahoudeau/AFP/Getty Images)


Bombeiros-civis estiveram na linha de frente de diversas manifestações em todo o país. Em muitos vídeos, os vemos com braços levantados fazendo a polícia recuar. (Valentine Zeler / Hans Lucas via AFP)


Bombeiro-civil com ferimento na cabeça vocifera contra policiais em manifestação em Lille (La voix du Nord)


Policiais em Paris no dia 5 de dezembro. Ao longo de toda a greve, há uma forte repressão aos manifestantes e grevistas. Estes reagem com fogos de artifícios e pedras. (EPA)


Barricada levantada pelos manifestantes no dia 5 de dezembro em Paris (AFP)


“Você confiaria de verdade sua aposentadoria aos Bancos? Todos juntos contra a reforma deles. 2020 nos pertence!” (Crédit photo A.M.)


Boulevard Beaumarchais, em Paris, 5 de dezembro. Na pichação citam-se países onde as massas estão saindo às ruas questionando seus governos. (Stéphane Lagoutte. Myop pour Libération)


10 de dezembro de 2019, grevistas da central EDF (Eletricidade) de Cordemais em Loire Atlantique ocupam a sala de controle impedindo o início de duas unidades de produção. Para o natal, os eletricitários em greve reconectaram a energia de famílias pobres e baixaram os preços para setores populares, enquanto mantiveram o corte de luz de delegacias, intendências governamentais e grandes empresas.


Nas paredes de Paris: "A força dos trabalhadores(as) é a greve!" (O Phil des Contrastes)


Portuários franceses aderem à greve. 12 de dezembro, porto de Marseille bloqueado com carros queimados.


"Aposentadorias: as mulheres na linha de frente"


Grevistas do transporte (SNCF e RATP) invadem e realizam manifestação surpresa na Gare de Lyon em Paris no dia 23 de dezembro de 2019 (O Phil des Contrastes)


Grevistas e manifestantes invadem os trilhos da gare de Lyon em Paris para impedir o funcionamento dos trens. (Révolution Permanente)


Trabalhadores da arte e da cultura em greve: Ópera de Paris apresentam Lago dos Cisnes na rua dia 24 de dezembro de 2019 em manifestação contrária à reforma da previdência (LUDOVIC MARIN / AFP)


Gigantesca coluna de grevistas da Coordenação SNCF-RATP que encabeçou a manifestação do dia 9 de janeiro de 2020 em Paris (LP/Yann Foreix)


9 de janeiro de 2020 “Descansaremos quando estivermos mortos” na faixa na manifestação no 40º dia de greve na França (BENJAMIN GIRETTE par Le Monde)


Manifestante da CGT escreve: "Nós queremos trabalhar todos, menos e de outra forma" em greve na França.


Centenas de milhares de manifestantes em Paris no 36º dia de greve. (©AFP/Alain JOCARD)


Lille. Advogados iniciam manifestação jogando suas batas como forma de contestação contra a reforma da previdência. A iniciativa é replicada por diversas categorias de trabalhadores que jogam frente a prefeitos e políticos do partido de Macron seus uniformes e instrumentos de trabalho.


10 de janeiro: advogados ocupam salão do tribunal de Paris. (LP/Olivier Arandel)


Janeiro de 2020. Professores em greve jogam seus livros e manuais cansados de tantas reformas que modificaram seus planos de estudo, seus modos de ensino e trabalho. A raiva vai muito além da reforma da previdência.


Alain Robert escala a mão livre a torre Total, de 187 metros, que abriga a sede social da petroleira, em sinal de apoio aos grevistas e para denunciar a reforma da aposentadoria. (Le Voix du Nord)


16 de janeiro de 2020. Trabalhadores de usina de energia realizam piquete com mais de 500 operários para garantir a greve que no dia 15 contava com adesão de 90% dos 2000 trabalhadores.


16 de janeiro de 2020, enorme cortejo de grevistas da Coordenação RATP-SNCF e trabalhadores das refinarias em manifestação. (Révolution Permanente)


Na faixa, lê-se: "[setores] Público e privado todos juntos até à aposentadoria”.
Enorme manifestação interprofissional, com trabalhadores do transporte, das refinarias, da saúde, professores, estudantes, Coletes Amarelos etc no 43º dia de greve contra a reforma da previdência de Macron.


Trabalhadores da rafinaria de Grandpuits ao lado dos grevistas das RATP e SNCF: "Vocês não estão sozinhos!" (O Phil des Contrastes)


44º dia de greve. Trabalhadores do maior museu do mundo bloqueiam todas as entradas do edifício contra a reforma e a precarização do trabalho da cultura. (AFP)

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