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PALESTINA SOB ATAQUE | Exército israelense quer "silêncio absoluto" em Gaza e prepara ofensiva por terra

Tropas israelenses se concentram na fronteira da Faixa de Gaza nesta quinta-feira (13). Número de palestinos mortos já subiu para 83, incluindo 17 crianças. Ministro da Defesa israelense afirmou que "a operação não vai parar até que haja silêncio absoluto na faixa de gaza".

quinta-feira 13 de maio | Edição do dia

Seguem os bombardeios de Israel à Palestina nessa quinta-feira (13). Os bombardeios já são os mais expressivos desde guerra de 2014, com 83 vítimas palestinas, sendo 17 crianças e centenas de feridos, segundo levantamento da Ministério da Saúde de Gaza. O Exército de Israel afirma ter atingido o território da Faixa de Gaza com mais de 600 mísseis até agora, em uma ofensiva contínua dia e noite.

Hoje, tropas israelenses começaram a se concentrar na fronteira da Faixa de Gaza para preparar a ofensiva por terra planejada pelos representantes da cúpula militar de Israel.

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O conflito atual teve início com agressões das forças de segurança israelenses contra palestinos na mesquita histórica de Al-Aqsa, em Jerusalém, sob o pretexto de não cumprimento das medidas sanitárias da pandemia. Enquanto isso, a extrema-direita sionista teve passe livre para levar adiante atos xenofóbicos contra o povo árabe.

O governo israelense avançou no impedimento da liberdade de culto dos palestinos dentro da Cidade Antiga de Jerusalém, provocando uma série de protestos. Além disso, foi deflagrada uma decisão judicial que prevê o despejo de famílias palestinas de Sheikh Jarrah, região disputada em Jerusalém.

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Atualmente em Israel ocorrem protestos generalizados, com confrontos violentos e uma repressão brutal das forças de segurança contra manifestantes palestinos e apoiadores contra a ofensiva imperialista. O governo de Netanyahu pretende aplicar uma solução de força externa e interna contra a oposição ao regime sionista e sua política de limpeza étnica

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A política sionista do estado de Israel é uma das principais forças de aliança dos Estados Unidos no Oriente Médio. Bancado pela política estadunidense desde a sua fundação, Israel significa um assentamento imperialista na região, de forma a continuar a opressão aos países árabes e manter a dominação em uma área rica em petróleo e estratégica para o comércio mundial.




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