Economia

PRECARIZAÇÃO DA JUVENTUDE

Em meio a pandemia, desemprego bate recorde de 46,3% entre os mais jovens

A taxa de desemprego entre jovens de 14 a 17, chegou ao maior índice já registrado da história, chegando a 851 mil jovens nessa faixa-etária, em números absolutos.

quinta-feira 27 de maio| Edição do dia

IMAGEM: Assessoria de Imprensa do Sintercamp

Na última quinta-feira (27), o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que taxa de desemprego de jovens entre 14 e 17 anos está em 46,3%, sendo o maior percentual já registrado da história, chegando a 851 mil jovens desempregados, em números absolutos.

Em relação ao quarto trimestre do ano passado, o nível de desemprego subiu 3,6 pontos percentuais para janeiro a março deste ano. Em comparação ao primeiro trimestre de 2020, o aumento foi de 2,3 pontos percentuais.

Além disso, o nível de desemprego para quem tem de 18 a 24 anos alcançou 31% entre janeiro e março deste ano, sendo o segundo maior percentual registrado da história para essa faixa etária, atrás apenas do terceiro trimestre de 2020, quando o índice chegou a 31,4%.

Inclusive esses dois índices ficaram bem acima da média geral de desempregados no país, 14,7%, sendo também uma média histórica. Tratam-se de dados alarmantes referentes à crise econômica e ao regime do golpe situado, que descarrega ela nas costas de trabalhadores e da juventude, se expressando numa precarização de vida cada vez maior.

Além das universidades e da educação de conjunto que vem sofrendo com os cortes orçamentários, a perspectiva de futuro também vem sendo brutalmente atacada por via da falta de empregos e quando estes disponíveis, com cada vez menos direitos. Bolsonaro, Mourão e este regime são os responsáveis e por isso, a necessidade de se construir e fortalecer a mobilização para o dia 29.

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