Sociedade

Passando a boiada

Culpado pelos crimes ambientais na Amazônia, Bolsonaro autoriza GLO com novas ações das Forças Armadas na região

Famoso internacionalmente pelos níveis recordes de destruição da Amazônia e massacre dos povos indígenas, fatos esses garantidos pelo seu ministro Salles, que está até o pescoço envolvido com madeireiras ilegais, Bolsonaro libera mais uma vez o exército na Amazônia.

sexta-feira 11 de junho| Edição do dia

A última operação dessa natureza, o Brasil Verde 2, acabou há poucos meses e agora Bolsonaro quer mandar novamente as Forças Armadas para encobrir os crimes absurdos que vêm sendo realidade na região. Bolsonaro, Salles e Mourão são bem conhecidos por quererem “passar a boiada” no Brasil, e isso inclui desmatamento ilegal, assim como dizimação dos povos indígenas, como os Yanomamis que veio à tona nas últimas semanas.

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A decisão da GLO (garantia da lei e da ordem) foi tomada junto com o vice Mourão e uma coisa é certa: nem o presidente nem o vice estão preocupados com a situação desesperadora na região, que nesse governo bateu recordes de desmatamento, eliminou áreas protegidas, fez inúmeras queimadas, garimpos ilegais, assassinou indígenas e adentrou com a boiada do agronegócio a passos largos em áreas protegidas.

Os últimos casos mais marcantes foram os assassinatos cruéis do povo Yanomami, mais uma vítima da sede de lucro dos barões do boi e da soja. Culpado de todos esses crimes, Bolsonaro tenta mascarar a podridão de seu regime mostrando que está “preocupado” com a Amazônia, enquanto enche uma vez mais os bolsos dos militares com operações desse calibre.

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