Sociedade

AUMENTO DA TARIFA

Ato contra o aumento da passagem é duramente reprimido em Curitiba

O ato ocorreu neste segunda-feira (6), convocado contra o aumento da tarifa, que passa de R$ 3,70 para R$ 4,25. Esses 55 centavos de aumento proposto pela prefeita de Greca (PMN) levou centenas de pessoas às ruas para grita "Fora Greca".

terça-feira 7 de fevereiro de 2017| Edição do dia

Porém, o que estampa o noticiário dos principais noticiários, tanto local quanto nacional, é a dura repressão que acabou com o ato. Como em todas as situações, colocam a culpa em um pequeno grupo de "vândalos" para justificar uma repressão generalizada. Usaram desde bombas de gás lacrimogêneo, até tiros de bala de borracha a queima roupa. Ainda houveram vários relatos que a PM do governador Beto Richa (PSDB) perseguiu ativistas após o ato dispersar, seguindo com a prisão de ao menos 11 pessoas.

Foram vários relatos do absurdo cometido pela PM, como na página do coletivo CWB Resiste: "A operação contou com diversos policias infiltrados que estavam filmando os(as) manifestantes, induzindo a desordem e também mandando informações para a emboscada covarde".

Assim como em várias cidades do país que também tem sua tarifa aumentada em cerca de 50 centavos, seus prefeitos mandando sua polícia reprimir brutalmente os atos e perseguir manifestantes, Curitiba já deu um primeiro passo na resistência contra essa abuso dos prefeitos e donos do transporte.

Foto: Mídia Ninja




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