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LUCRO DOS BANCOS

Após receberem 1,2 tri do Governo, Bancos lucram com coronavírus elevando juros

Demonstrando que só buscam lucrar com essa crise, elevaram os juros e não estão garantindo informações claras a população. O Banco Central brasileiro injetou nos últimos 1,2 trilhão para os bancos.

sexta-feira 27 de março| Edição do dia

Imagem: iStock/Abril Branded Content

Diferente das medidas anunciadas em rede nacional para ajudar seus clientes em meio a crise do COVID-19, com o adiamento de pagamentos de dívidas, bancos aumentam os juros.

Com ascensão da crise do coronavírus, os maiores bancos do país anunciaram na última semana a prorrogação nos pagamentos dos empréstimos em até 60 dias para seus clientes, com o objetivo de reduzir os impactos negativos da crise do coronavírus na economia.

Entretanto essa “ajuda” se mostrou bem diferente das propagandas anunciadas, clientes reclamam que ao solicitar o serviço se deparam, além da falta de informação claras, o aumento elevado dos juros, chegando a duplicar. Esses mesmos bancos, que dizem que querem colaborar com seus clientes, no ano passado registraram um aumento de lucro de mais de 20%, chegando a um faturamento de R$20 bilhões no primeiro semestre de 2019.

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Além desses verdadeiros parasitas quererem ganhar dinheiro em meio a essa crise sanitária e social sem precedentes, Bolsonaro e Guedes injetam R$ 1,2 trilhões para salvar os bancos em meio essa crise
Isso demonstra o que esse governo quer para a grande parte da população, uma vida de miséria, enquanto encher os bolso dos grandes capitalistas.

A real solução para essa crise só pode vir por meio de uma saída independente dos trabalhadores, sem confiar nos governos, tanto estadual quanto federal, que tem o mesmo objetivo de engordar os bolsos dos banqueiros. É necessário que os trabalhadores se organizem em seu local de trabalho para reorganizar a economia a serviço de combater o vírus, produzindo máscaras, álcool gel e respiradores, defendendo um SUS 100% estatal dos trabalhadores e o fim do pagamento da fraudulenta dívida pública.




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