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Enchentes | 75% das verbas de combate a desastres como as enchentes na Bahia foram cortadas por Bolsonaro

No ano de 2021, o governo Bolsonaro cortou 75% do orçamento daquele ano destinado às ações de prevenção a desastres naturais do Ministério de Desenvolvimento Regional, que é responsável por programas de contenção de eventos climáticos extremos. Com isso, orçamento de R$ 714 milhões de em 2020 caiu para míseros R$ 171 milhões no ano passado.

sexta-feira 7 de janeiro | Edição do dia

Além disso, todo o empenho desse recurso, ou seja, sua aplicação prática, foi feito apenas no final de 2021. Se somados aos valores gastos com despesas do ano anterior, em 2021 o governo gastou não mais que R$ 370 milhões no combate a desastres ambientais, enquanto em 2020 foram gastos R$ 1,1 bilhão.

Para onde foi parar esse dinheiro? Possivelmente para o orçamento secreto que reuniu 16 bilhões de reais para compra de parlamentares, ou então os R$ 3 bilhões gastos apenas com os R$ 3 bilhões pagos para organismos imperialistas, ou ainda para os R$ 1,88 trilhão destinados ao pagamento da criminosa dívida pública (com apoio também de parlamentares do PT). Garantindo seus recursos para o fisiologismo da casta política, gorda de privilégios, e principalmente para um punhado de empresários internacionais, Bolsonaro garantiu que não houvesse recursos necessários para as centenas de milhares de vítimas das enchentes da Bahia e outros estados.

Somente na Bahia somam 822 mil pessoas afetadas pelas enchentes, que completam mais de um mês sem nenhum plano de emergência capaz de atender as vítimas. Já somam 26 mortes no estado. Contudo, no Tocantins, Piauí, norte de Minas Gerais, Ceará, entre outros estados, o ano começou debaixo d’água, enquanto o governo Bolsonaro tirava férias. Dos R$ 700 milhões destinados pelo governo à Bahia apenas a menor parte chegou. Ao mesmo tempo, é necessário dizer que o governo Rui Costa é herdeiro da quarta gestão do governo do PT no estado, além de 13 anos de governo federal, e ao privilegiar os interesses dos grandes bancos, da especulação imobiliária e do agronegócio, também é responsável pela tragédia capitalista que vemos nessa região.




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