Educação

15M: Em assembleia, estudantes e professores da FAPSS SCS votam paralisação contra os cortes e a reforma da Previdência

Os estudantes da Faculdade Paulista de Serviço Social de São Caetano do Sul, realizaram nessa segunda-feira (13) uma assembleia geral para discutir a importância da aliança com a classe trabalhadora para massificar a luta contra os cortes na Educação e contra a reforma da Previdência, entendendo que esses ataques do governo não podem ser combatidos isoladamente.

terça-feira 14 de maio| Edição do dia

A assembleia que reuniu estudantes e professores, pautou os cortes na educação e o enorme ataque que se avizinha: a reforma da Previdência. Com intervenções de alunos e professores colocando a importância da unidade dessas lutas, levantou-se a bandeira da unidade de estudantes e trabalhadores. Expressaram a força que o movimento estudantil tem formado nacionalmente para enfrentar os ataques que o governo e os grandes capitalistas querem impor à classe trabalhadora. A Educação é um direito básico e devemos rechaçar qualquer tipo de corte em verbas destinadas para esse fim, tal qual o ataque a Previdência, uma reforma que pretende nos fazer trabalhar até morrer. O governo já demostra que não medirá esforços para entregar todas as nossas riquezas ao capital imperialista, lógica que se repete, reproduzindo a submissão histórica e aumentando em grande medida a influência econômica dos EUA de Trump no Brasil com a legitimação de seu capacho, Bolsonaro. E ainda fazem chantagem, brincam com nossos direitos básicos, tentando usar o ataque a Educação como moeda de troca, “se a reforma da Previdência for aprovada, os cortes podem ser revistos”.

Podemos mostrar, com os estudantes e os professores à frente, que nos unindo numa só luta contra os cortes e a reforma da previdência, a juventude, trabalhadores, mulheres, negros e LGBTs podem virar o jogo. É a hora de massificar ainda mais a luta em cada local de estudo e trabalho, ganhando novos setores que ainda não perceberam que podemos aproveitar as divergências entre aqueles que determinam as regras do jogo, podemos barrar os ataques se não permitirmos que dividam os trabalhadores e estudantes, como se a luta contra os ataques à Educação fosse algo separado da luta contra a reforma da Previdência.

Este dia 15 tende a ser o início de uma luta sem tréguas, com assembleias e comitês de base, e encontros regionais que coordenem um plano de lutas ativo e combativo para derrotar Bolsonaro e para que os capitalistas paguem pela crise. Não podemos esperar o dia 14 de junho, para quando está convocada uma paralisação nacional, para dar novas demonstrações de força. Não podemos deixar nas mãos das cúpulas das entidades sindicais e estudantis burocratizadas o poder de decisão das mobilizações. É a base que está em movimento que precisa decidir os rumos da luta, sem nenhuma confiança nas cúpulas, que já deram muitas demonstrações que não vão levar à frente nenhuma luta séria e que só visam projetos eleitoreiros e de conciliação com os nossos inimigos de classe.

A assembleia votou paralisação no dia 15 de maio, tendo adesão da maioria dos estudantes e professores.

O C.A.S.S, gestão Marielle, Presente! e os estudantes da FAPSS convidam todas e todos para a participação no ato em São Paulo, que acontecerá na avenida Paulista nessa quarta-feira (15), estaremos presentes em demonstração de apoio a toda luta dos professores e estudantes do Brasil inteiro, levantando a bandeira da aliança à classe trabalhadora para impedir a retirada de nossos direitos. Que os capitalistas paguem pela crise! Não ao pagamento da dívida pública! Não ao corte de verbas para a Educação! Não a reforma da Previdência! Uma só luta!

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