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14J

14J na UFRJ: Unificar a juventude com a classe trabalhadora e construir uma forte paralisção dia 14!

Apesar de suas divergências, Bolsonaro, o Rodrigo Maia e o Centrão, o STF, a mídia, a bolsa de valores estão todos unidos quando o assunto é que os milhões de pessoas morram trabalhando e percam suas aposentadorias. Ao mesmo tempo, a juventude já mostrou disposição de luta e a potencialidade que tem para derrotar os ataques do governo nos dias 15 e 30M. Porém, para vencer essa batalha, é necessário que a juventude se unifique com os batalhões da classe operária para fazer uma grande paralisação no dia 14 de junho.

domingo 9 de junho| Edição do dia

Nos dias 15 e 30 de maio a juventude saiu a rua reunindo mais de 1 milhão de pessoas em todo o país. O movimento estudantil mostrou mais uma vez sua força e abriu caminho para derrotar todos os ataques de Bolsonaro. Esses dias poderiam ter sido maiores se as direções da UNE representada pela UJS, PT e Levante e das centrais sindicais como a CUT (PT) e CTB (PcdoB) não separassem as pautas dos cortes na educação da luta contra a reforma da previdência. Não podemos deixar que negociem nosso futuro como as fazem o PCdoB que votou em Rodrigo Maia ou os governadores do PT no Nordeste que tão apoiando a reforma da previdência. Também é preciso dizer que nenhuma reforma da previdência é necessária, como diz Paulinho da Força, que se propõe a desidratar a reforma ou Tábata Amaral do PDT, que propõe uma reforma mais light. Porém, para que isso se concretize, se faz necessário que a juventude se uma com a classe trabalhadora para fazer uma forte paralisação dia 14J!

Após promover uma política criminosa de separar as pautas dos cortes da educação e da reforma da previdência, as centrais sindicais já prometem trair de novo essa greve geral, chamando a uma paralisação passiva. Porém, nós creditamos que a força da juventude e dos estudantes pode fazer a diferença se dirigida à classe trabalhadora nos locais de trabalho, nas fábricas, escolas, nos transportes e bairros e aos estudantes das universidades privadas, desmascarando o papel das direções das centrais sindicais e da UNE, exigindo a realização de assembleias e medidas concretas de organização aos sindicatos e convocando uma luta comum no dia 14. São necessários todos os esforços da juventude para tentar despertar a classe trabalhadora paralisada pela política das direções das centrais sindicais.

Na UFRJ o DCE, cuja a chapa da Oposição de Esquerda foi recém empossada após ganhar com mais de 70% dos votos, convocou uma assembleia para o dia 11. É necessário que o DCE convoque amplamente essa assembleia para massificá-la. Além disso, há aqui algumas propostas que a Juventude Faísca – Anticapitalista e Revolucionária defende que se possa construir uma forte mobilização no dia 14 capaz de derrubar os planos de ataque de Bolsonaro, Maia, o Centrão e o STF:

- Abaixo a reforma da previdência! Não às tentativas de nos fazer engolir guela abaixo uma reforma mais "light!

- Unificação da luta contra os cortes na educação e a reforma da previdência!

- Por uma paralisação ativa dia 14! Que a AdUFRJ e o SinTUFRJ paralisem e garantam piquetes para paralisar os terceirizados!

- Por um calendário de mobilizações e panfletagens nos locais de trabalho para a juventude poder incendiar a classe trabalhadora!

- Exigir das centrais sindicais e da UNE um Comando Nacional de Delegados de Base, eleitos e revogáveis, para que os trabalhadores e estudantes possam decidir democraticamente sobre os rumos do movimento!

Nesse momento de profundo ataque à universidade e aos direitos dos trabalhadores, também é necessário se armar com um programa que questione profundamente o aspecto da universidade, como o fim do vestibular e por uma universidade a serviço dos trabalhadores! Também é necessário um programa para que os capitalistas paguem pela crise como o não pagamento da dívida pública!




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