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Martes 22 de Octubre de 2019
19:25 hs.

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DEVASTAÇÃO DA AMAZÔNIA
No RJ, manifestantes em defesa da Amazônia protestam contra Bolsonaro
Redação

A cidade do Rio de Janeiro foi mais uma capital do país a aderir aos atos em defesa da Amazônia. Milhares de pessoas se concentraram na Cinelândia para protestar contra a política de devastação ambiental de Bolsonaro e seu ministro Ricardo Salles.

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A escalada de queimadas na floresta Amazônica despertou a reação de pessoas por todo o Brasil e até mesmo no mundo, frente as impactantes imagens da floresta em chamas. No Rio de Janeiro os manifestantes se concentraram na Candelária, no centro do Rio, de onde marcharam em direção do BNDES.

Os principais cantos foram contra o presidente Bolsonaro e seu ministro do meio ambiente Ricardo Salles, cujas as ações de questionamento da política ambiental, a flexibilização de leis e das multas, além do ataque às demarcações de terras indígenas, bem como a criminalização dos movimentos por redistribuição de terras; todas práticas em benefício do agronegócio, incitam a ação predatória dos latifundiários.

Legitimados pela política do presidente, até mesmo um "dia do fogo" foi convocado pelos ruralistas, para avançarem abrindo terreno para suas plantações e pastagens. Diante dos absurdos, como não poderia deixar de ser, as pessoas se sensibilizaram, rechaçando a política do presidente e a ação predatória do agronegócio.

No ato, uma vez mais, o principal setor era nitidamente a juventude. Não à toa a juventude é quem mais se sensibiliza com a perspectiva catastrófica que o modo de produção capitalista lhe apresenta. Todas as condições de vida, o trabalho, segurança, meio ambiente, se deterioram a sua frente.

Assim foi no mundo inteiro, onde ocorreram atos em frente as embaixadas brasileiras, um forte perfil de juventude dominou os protestos. Enquanto seus líderes políticos, os mesmos que são coniventes com a poluição e devastação em de suas empresas e indústrias, agiam com demagogia e oportunismo, ameaçando impor sanções contra o Brasil, numa disputa geopolítica dos vários imperialismo pelo território e a influência na exploração da Amazônia.

Não há conciliação possível entre a exploração capitalista, do trabalho humano e dos recursos naturais, com alternativas sustentáveis. Somente uma via de ruptura com esse modo de produção podre, pode oferecer uma alternativa de construção ecológica.

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