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Miércoles 23 de Octubre de 2019
13:39 hs.

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REFORMA DA PREVIDÊNCIA
A reforma da previdência e o mito do discurso de corte de gastos
Redação

Desde o golpe institucional no governo Dilma (PT), os capitalistas estão na corrida para aprovar a reforma da previdência, medida que aumenta o prazo de contribuição, reduz a média salário do conjunto dos trabalhadores e com a flexibilização das leis trabalhistas, eleva os níveis de exploração do trabalho.

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Desde que assumiu a Presidência no marco das eleições mais manipuladas da história, Bolsonaro, tem feito mundos e gastado muitos fundos para sua aprovação. Primeiro gastou mais de 37 milhões em campanhas televisivas, dinheiro direto para apresentadores como Milton Neves, Luciana Gimenez, Luciano Hulck e o dono do SBT, Silvio Santos.

A piora nas projeções para o desempenho da economia neste ano obrigou Bolsonaro a fazer mais bloqueios nos recursos dos ministérios, mas agora esse bloqueio precisa ser maior que o esperado, o ministério da Economia, calcula que o contingenciamento deve se dar por volta de R$1 2 bilhões, esses gastos de ministérios inclui emendas parlamentares, como as emendas para aprovar a reforma da previdência.

A cerca de 2 meses atrás os economistas usaram uma margem de orçamento para evitar esse bloqueio, mas agora a situação é que o governo não tem mais de onde retirar esse dinheiro e nesse marco, além do pagamento das contas de maio, esse dinheiro foi usado como pagamento das emendas parlamentares.

No fim do 2° semestre o orçamento contava com R$5,4 bilhões, orçamento que agora conta com R$809 milhões, para aprovar a reforma o governo liberou R$20 milhões para que os parlamentares votassem a favor do texto que foi levado para aprovação da reforma.

O que mostra e escancara o discurso falacioso de Bolsonaro e o bando de golpistas desse governo, dinheiro para pagar a venda dos direitos conquistados historicamente pela classe trabalhadora tem, agora para investir nos serviços públicos e investir na produtividade e gerar empregos.

Chegamos a níveis recordes de desemprego, o caminho seria dividir as horas de trabalho entre todas as mãos disponíveis, disponibilizando empregos, aumentando a produção, mas o caminho que o governo busca é de precarização do trabalho e da vida, não podemos aceitar trabalhar até morrer, enquanto os governantes enchem o bolso de dinheiro e privilegiam os patrões, banqueiros e empresários.

 
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