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Martes 23 de Abril de 2019
03:56 hs.

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PÃO E ROSAS
Plenária Estadual do Pão e Rosas apoia trabalhadores demitidos da RR Donnelley
Redação

Grupo de mulheres Pão e Rosas dão todo apoio aos trabalhadores e trabalhadoras da RR Donnelley, que mesmo sendo líder do mercado gráfico mudial e ter lucrado milhões com a impressão do ENEM, deixou cerca de mil famílias nas ruas com o fechamento de suas fábricas no Brasil.

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O grupo de mulheres Pão e Rosas realizou neste último sábado (06) a plenária estadual de mulheres e lgbts: Contra Bolsonaro e a Reforma da Previdência, e por justiça por Marielle! Construindo um feminismo socialista e revolucionário. Uma das resoluções da plenária foi de dar continuidade ao apoio e solidariedade aos funcionários demitidos da gráfica RR Donnelley, onde 3 fábricas foram fechadas na semana passada.

A RR Donnelley, que mesmo sendo líder do mercado gráfico mudial e ter lucrado milhões com a impressão do ENEM, deixou cerca de mil famílias nas ruas com o fechamento de suas fábricas no Brasil. O que os empresários da RR Donnelley estão fazendo hoje é se aproveitar das novas condições abertas pelo governo Bolsonaro para avançar sobre os trabalhadores. A inexistência de um Ministério do Trabalho, por exemplo, soa como música aos ouvidos destes, que inclusive se vêem cada vez mais na liberdade de violar as leis trabalhistas, neste caso fechando a fábrica sem o mínimo previsto por lei, que seria dar um aviso prévio.

Chegam ao absurdo de dizer que não irão pagar as verbas rescisórias! Somadas a isso estão as mudanças na constituição em decorrência da Reforma Trabalhista (aprovada no governo Temer, mas abraçada com elogios por Bolsonaro), que joga nas costas do trabalhador todos os custos pelas ações trabalhistas em andamento e dão a segurança de que não terão que lidar com muitos processos e os que houverem sairão a preço de banana.

O grupo internacional de mulheres Pão e Rosas, luta para que as pautas das mulheres sejam tomadas pelo conjunto da classe operária, pois a maior parte da classe trabalhadora é feminina, e é a que mais sofre com a precarização dos locais de trabalhos, com a terceirização e com salários baixos. Por nos solidarizamos e exigimos das grandes centrais sindicais como a CUT que dirige milhares de sindicatos no Brasil, ou a Força Sindical, que dirige o sindicato de gráficos de Osasco e Barueri, ou ainda a NCST que está no sindicato de gráficos de Blumenau, mobilizem e organizem os trabalhadores cada posto de trabalho com um plano de lutas contra os ataques ao emprego, as demissões e aos direitos.

Não é hora de trégua. O momento pede que essas centrais unifiquem os milhares de desempregados do país, com aqueles que estão lutando para manter seus empregos e todos os que se enojam com medidas como a reforma da previdência, que quer nos fazer trabalhar até morrer, pois apenas dessa unidade pode surgir uma resposta dos trabalhadores para a crise gerada pelos capitalistas.

 
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