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Domingo 22 de Julio de 2018
05:46 hs.

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REFORMA DA PREVIDÊNCIA
Com reforma da previdência 76% dos que recebem o INSS passariam fome
Redação

Esta casta política golpista e corrupta quer nada mais, nada menos que condenar 76% da população à miséria, retirando deles sua única forma de renda na velhice. Mas, o que é necessário frisar nessa política de ataques aos trabalhadores brasileiros é que ao mesmo tempo em que Temer e suas reformas precarizam os serviços públicos e a qualidade de vida dos brasileiros, garante muito dinheiro aos banqueiros através do roubo da dívida pública.

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Parece até uma piada de mau gosto, Temer e os golpistas quererem apresentar a reforma da previdência como algo inevitável "para o bem do Brasil" a todo custo. Atualmente 76% dos brasileiros que recebem o INSS tem nele sua principal fonte de renda, ou seja, com a reforma da previdência essas pessoas ficariam sem renda, sem condições de garantir os elementos básicos para a sobrevivência.

Temer quer retirar de grande parte da população pobre e trabalhadora a única fonte de renda que eles tem na fase de aposentadoria, sendo que dentre eles 43% pretendem continuar trabalhando depois de aposentados para garantir o sustento de suas famílias. Ou seja, com a já atual previdência as pessoas não tem condições de se sustentar e precisam seguir trabalhando mesmo já estando em condições de se aposentarem.

Essa foi uma pesquisa feita Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) em parceria com o Instituto Ipsos que revelou o elevado número de famílias que serão prejudicadas com a Reforma da Previdência.

Essas medidas contra a população brasileira, na verdade, só tem um único objetivo: fazer os setores da burguesia que apoiaram o golpe institucional lucrar às custas do suor de todos os trabalhadores do país. Para passar mais um reforma de tantas outras Temer e a mídia golpistas não cansam de repetir que o Estado brasileiro está "ruim das pernas", e por conta disso, precisa urgentemente cortar gastos, enxugar daqui e ali as contas públicas, tendo na saúde, educação e na aposentadoria os principais setores atacados.

Em todo caso, esta casta política golpista e corrupta quer nada mais, nada menos que condenar 76% da população à miséria, retirando deles sua única forma de renda na velhice. Mas, o que é necessário frisar nessa política de ataques aos trabalhadores brasileiros é que ao mesmo tempo em que Temer e suas reformas precarizam os serviços públicos e a qualidade de vida dos brasileiros, garante muito dinheiro aos banqueiros através do roubo da dívida pública.

A dívida pública garante a entrega das riquezas nacionais, boa parte do que o país produz e arrecada através de impostos, vai direto para o bolso de bancos internacionais que detém o controle sobre a dívida concedido pelo próprio Estado brasileiro. Quando vemos na mídia golpista, Temer e seus aliados defendendo as reformas (trabalhista, teto dos gasto públicos, previdenciária) porque o governo não tem dinheiro, vemos um grande mentira (em 2017 foram pagos aos banqueiros da dívida pública 5,05 trilhões de reais o equivalente a 75,9% do PIB brasileiro).

E se falta por algum motivo dinheiro no orçamento nacional, esse dinheiro que poderia ser retirado dos lucros exorbitantes que os bancos estrangeiros ganham de presente com o pagamento da dívida pública, esse é retirado de investimentos públicos como educação e saúde, e, como vemos agora com essa reforma da aposentadoria de milhões de trabalhadores.

O mecanismo da dívida pública não só garante que os capitalistas lucrem em detrimento da pobreza e precariedade de vida de milhões de brasileiros, mas também reforça a subordinação do país ao imperialismo por via da manutenção dos lucros desses bancos estrangeiros. É necessário que possamos acabar com esse mecanismo de roubo das riquezas do nosso país e defender a aposentadoria e nossos direitos dando um combate real ao avanço do imperialismo e aos lucros desses capitalistas.

O não pagamento da dívida pública é um mecanismo que pode garantir que a burguesia e os golpistas não retirem mais nossos direitos e permita aqueles 76% da população que viva dignamente durante a velhice. A dívida não é nossa e por isso não podemos pagar por ela!

 
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