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Lunes 16 de Octubre de 2017
22:48 hs.

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ATAQUES DA BURGUESIA
Repressão de Temer, Dória, Pezão e o massacre no campo: os trabalhadores precisam ter ódio de classe
Claudionor Brandão
São Paulo
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As mais de 100 mil lutadoras e lutadores que ocuparam Brasilia pela derrubada das reformas, de Temer e da cova de ladrões chamada de congresso nacional, protagonizaram horas de enfrentamento com o aparato repressivo do estado, resistindo desarmados e heroicamente, aos ataques do inimigo armado, violento e covarde. Isso tudo deve ser motivo de muito orgulho para os lutadores que lá estiveram.

No entanto, não podemos incorrer no erro de tomar a vitoriosa ocupação de Brasilia isolada de outros três fatos que devem ser encarados e respondidos como parte da mesma luta travada pela nossa classe na qual Brasilia foi a principal mas não a unica frente de combate.

Enquanto parte da classe trabalhadora de todo o país combatia heroicamente em Brasilia, no Rio de Janeiro uma outra parte do nosso exercito travava combate não menos heroico contra o mesmo inimigo armado, violento e covarde, ao mesmo tempo em que no estado do Para, 10 (dez) trabalhadores rurais sem terra, irmãos de classe, tombavam assassinados pelas mão do mesmo inimigo, a serviço do mesmo senhor; o capital privado. Tudo isso se deu três dia depois da policia militar de São Paulo, a mando de Alckimim e João Doria, promover um verdadeiro massacre contra dependentes químicos e moradores de ruas, numa ação "higienista" do prefeito e do governador, chamada cracolândia.

Quatro frentes de batalha diferentes, numa mesma guerra de classes, exige ação coordenada (unificada) do nosso exercito, em torno de um programa capaz de fazer com que toda a classe trabalhadora, do campo e das cidades, do setor publico e do privado, a juventude em geral, assim como todos oprimidos, vejam os seus anseios nele representados e se disponham a toma-lo em suas mãos, e fazer dele o motor de uma batalha decidida, sem trégua, até vitoria.

Forjar o programa capaz de mobilizar todas as forças da classe para um golpe decisivo e definitivo contra o inimigo de classe é o maior desafio dos revolucionários que se propõem a tarefa de destruir esse estado, sustentador desse modo de produção baseado na opressão e na exploração e sob suas cinzas erguer uma sociedade onde a produção tenha como unica meta suprir as necessidades humanas, e que para tal objetivo necessitam de uma estratégia pra vencer!

 
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