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Jueves 23 de Marzo de 2017
03:12 hs.

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WIKILEAKS
WikiLeaks vaza arquivos do "ciberarsenal" da CIA
La Izquierda Diario

O portal de vazmentos de infromações coloca a descoberta da rede de espionagem e ciber-ataques da agencia de inteligência estadunidense. Quem pode ser atacado? Quais dispositivos são os mais vulneráveis?

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O portal wilkileaks difundiu nesta terça-feira os detalhes de um programa encoberto de "hacking" da CIA (a agência de inteligência estadunidense), como parte das sete entregas que definem como " o maior vazamento de dados da inteligência na história".

WikiLeaks, dirigido por Julian Assange, planejou uma coletiva de imprensa através da internet para apresentar seu projeto "Vault 7", mas posteriormente anunciou no Twitter que sua plataforma havia sido atacada e que tentará se comunicar mais tarde.

Em um comunicado, o australiano refugiado na embaixada do Equador em Londres desde 2012, disse que o vazamento apresentada nesta terça é "excepcional desde uma perspectiva legal, política e forense".

Assange denunciou que "tem um grande risco de proliferação e desenvolvimento de armas cibernéticas", que resulta da incapacidade das agências de segurança para controla-las uma vez que tem encontrado seu "alto valor de mercado".

Segundo explicações da Wikileaks, esta primeira entrega, chamada "Year Zero" e na exposição dos sistemas de "hacking", software malicioso e armas cibernéticas empregadas pela agência de espionagem estadunidense, compreende 8.761 documentos e arquivos, procedentes de "uma rede isolada e de alta seguridade situada no Centro de Inteligência da CIA em Langley, Virginia".

O portal assinalou que obteve os documentos de uma pessoa que cedeu a eles quando a CIA perdeu o controle informático sobre os mesmos. WikiLeaks explica que recentemente "a CIA perdeu o controle sobre a maior parte de seu arsenal de ’Hacking’, incluindo software malicioso, vírus, troyanos, ataques de dia zero, sistemas de controle de software malicioso e documentos associados".

Continua explicando que, a coleção chegou as mãos de antigos "hackers" do Governo e outros agentes de maneira "não autorizada", e um deles "proporcionou a WikiLeaks parte do arquivo".

O vazamento explica que o alcance do programa de ’hacking’ encoberto pela CIA incluiu o arsenal malicioso e dezenas de possíveis ataques do dia zero - através de falhas de Software - contra vários produtos. Estes produtos incluem, de acordo a informação do portal, o iPhone da Apple, o Android de Google, Windows da Microsoft e televisões Samsung, que podem transformar-se em "microfones encobertos".

Wikileaks assinala que a CIA tem aumentado sua capacidade na luta cibernética até rivalizar, "inclusive com menos transparência" com a NSA, a outra agência de segurança estadunidense.

O portal também revelou que, além do seu centro em Langley, a CIA utiliza o consulado dos EUA em Frankfurt "como uma base encoberta para seus ’hackers’ na Europa, Oriente Médio e África".

O vazamento do WilkLeaks confirma várias das operações de inteligência estadunidense que há alguns anos haviam chegado a causar trocas de farpas entre o governo dos Estados Unidos e Alemanha pela espionagem contra a chanceler alemã Angela Markel.

Também podia aumentar a tensão e disputa entre os distintos serviços de inteligência estadunidense, postos em primeiro plano por sua disputa com o atual presidente Donald Trump que os acusa de filtrar informações para prejudicar seu governo, em especial pela relação com o governo Russo de vários funcionários nomeados pela Casa Blanca.

Tradução: Tatiana Ramos Malacarne

 
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