Educação

SEM SALÁRIO, SEM BOLSA, SEM AULA ATÉ QUANDO?

UERJ em crise, opiniões para derrotar a precarização

sexta-feira 3 de abril de 2015| Edição do dia

Desde o corte de 25% na educação anunciado em janeiro pelo governador Luís Fernando Pezão (PMDB), a precarização estrutural das estaduais do Rio (UERJ, UEZO e UENF) tornou-se insustentável, e tem sido objeto de denúncia diária, tanto na imprensa burguesa quanto nas redes sociais, pelos que são afetados por esta crise: desde as centenas de alunos sem previsão de turmas, professores com cargas horárias abusivas, trabalhadores que não recebem seus saláriose a população usuária do Hospital Universitário Pedro Ernesto.

Leia nos links abaixo três entrevistas que realizamos sobre a crise da UERJ e como combatê-la.

- "A crise do CAP não surgiu de uma hora para outra", entrevista com Matheus Zanon, presidente do grêmio do Colégio de Aplicação da UERJ

- “A reitoria trabalha com a desinformação”, entrevista com Bruno Deusdará, presidente da ASDUERJ

- “Um programa de resposta à crise”, entrevista com Carolina Cacau, do Centro Acadêmico de Serviço Social

O Esquerda Diário mostra o que a imprensa comum não mostra, colocamos nossas páginas a serviço de denunciar a precarização das Universidades Estaduais Cariocas (UERJ, UEZO e UENF), e da saúde pública (neste caso o Hospital Universitário Pedro Ernesto). Estudantes, trabalhadores efetivos e terceirizados e professores, pais de alunos e usuários do HUPE que tiverem informações, denúncias, fotos, ou queiram nos conceder uma entrevista, podem nos entrar em contato por Whatsap, através do email ou das redes sociais.




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