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PORTO ALEGRE

Trabalhadores da educação municipal decretam greve contra a volta as aulas de Marchezan

Trabalhadores da educação de Porto Alegre decretaram greve sanitária a partir da próxima segunda-feira (19), em assembleia virtual, contra a decisão irresponsável de Marchezan pelo retorno das aulas presenciais.

quinta-feira 15 de outubro| Edição do dia

O prefeito Nelson Marchezan Jr. decidiu pelo retorno das aulas presenciais em meio à pandemia, mas os trabalhadores da educação da cidade de Porto Alegre, na noite dessa terça-feira (13), decretaram greve sanitária. Os trabalhadores exigem condições adequadas para a reabertura das escolas e afirmam não ser possível um retorno seguro nas atuais condições das escolas.

Conforme dirigentes do SIMPA (Sindicato dos Municipários de Porto Alegre) "enquanto não houver condições sanitárias e estruturais adequadas para garantir a proteção da saúde" a greve se mantém. Participaram da assembleia em torno de 700 trabalhadores da educação.

Marchezan, assim como Bolsonaro e Leite não garante testagem massiva da população, pouco se importando com as mortes reabriu o comércio e diminuiu as linhas de ônibus, tudo para favorecer os únicos a quem ele representa: os empresários. Para reabrir escolas é indispensável testagem massiva nas comunidades, funcionários suficientes para higienização das salas, construção de mais salas de aula e escolas para diminuir muito o número de alunos por turma, sem falar em EPIs e em toda uma reestruturação no transporte na cidade.

Todo o apoio à greve dos trabalhadores do SIMPA!




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