RACISMO

“Sinto-me de alma lavada”, diz pai de João Alberto

João Batista Rodrigues Freitas, pai de João Alberto Silveira Freitas, fez esta afirmação por conta da repercussão da morte do filho. A afirmação foi feita neste sábado (21) para a RBS TV durante o velório de João Alberto

sábado 21 de novembro| Edição do dia

Imagem: Reprodução/RBS TV

Após ocorrerem diversos protestos em todo o Brasil exigindo justiça por João Alberto, que foi morto no Carrefour um dia antes da consciência negra, por um segurança do estabelecimento e um PM, João Batista disse que “Eu gostaria que isso não tivesse acontecido com o meu filho” e defendeu os esforços do movimento negro contra o racismo.

Disse também que “Esse tipo de sentimento assim [o racismo] tem que ser banido da sociedade. E só com muita educação a gente vai superar esse momento. Então um momento como esse é sublime para isso”. Revelou também não imaginar que haveria uma repercussão tão grande do caso. “Mas se é em favor da sociedade é bem-vindo”.

É somente através da luta dos negros, lutando junto com a classe trabalhadora, que se poderá enfrentar o racismo até o fim no Brasil. Para isso, é preciso enfrentar Bolsonaro e Mourão, que hoje repetiu mais uma vez a nojenta declaração de que não existe racismo no Brasil, mas também toda a direita golpista representada pelo Congresso Nacional e STF.

Confira alguns dos protestos que aconteceram ontem e hoje:

Ato em Porto alegre mostrou a indignação pelo assassinato de João Alberto no Carrefour

Fúria antirracista em São Paulo contra o assassinato de João Alberto

Ato no Rio por Justiça a Beto entra no Carrefour, fecha o mercado e libera funcionários




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