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Sindicatos da Educação Superior constroem comando unificado de mobilização e greve

Reunidos em Brasília (DF), no último domingo, 15 de março, representantes da Associação Nacional dos Docentes de Educação Superior (ANDES-SN), a Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras (Fasubra) e o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) lançaram um manifesto e conformaram Comando Nacional Unificado de Mobilização e Greve.

sexta-feira 20 de março| Edição do dia

O Manifesto em defesa da educação e dos serviços públicos denuncia o fracasso das políticas neoliberais e convocam as categorias para defender a educação e os serviços públicos. Veja o link

Os sindicatos, entre outras coisas, criticam:

- A Emenda Constitucional 95, de teto dos gastos, que reduziu os investimentos em políticas públicas, gerando cortes de verbas na educação, na ciência e tecnologia e na saúde, bem como de recursos na pesquisa, extensão e na assistência estudantil

- O Ofício/Circular 008/ que suspende contratações e concursos públicos, progressões e promoções.

- A Medida Provisória 914 que dá nova regulamentação à escolha do(a)s dirigentes, ferindo a autonomia das instituições de ensino.

- A MP 922 que estabelece a contratação provisória e precária no serviço público.
Frente a crise sanitária pela pandemia de Coronavírus, COVID19, defendem o fortalecimento do Sistema único de Saúde (SUS).

Neste contexto, para construir a GREVE Nacional, foi lançado o Comando Nacional Unificado de Mobilização e Greve com o objetivo de defender os serviços e os servidores públicos, ao mesmo tempo em que convocam ao conjunto das entidades do serviço público para também fazer parte.

O Comando terá como objetivo central unificar a classe para construir mobilizações na perspectiva da paralisação de todas as universidades, institutos federais e CEFET do país. Além disso, o grupo atuará na defesa dos serviços e dos servidores públicos; das carreiras e dos direitos do funcionalismo público; e contra a redução da jornada de trabalho com redução salarial; a Reforma Administrativa; e contra a Reforma da Previdência.




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