Gênero e sexualidade

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Secretaria de Mulheres do Sintusp cobra resposta do USP Mulheres

No dia 5 de abril a Secretaria de Mulheres do SINTUSP enviou um ofício ao USP Mulheres a respeitos das absurdas condições a que estão submetidas trabalhadoras e trabalhadores terceirizados do restaurante universitário, o bandejão central. Passada uma semana, nenhuma resposta.

sexta-feira 13 de abril| Edição do dia

Reproduzimos abaixo a nota publicada no dia 13 de abril pela Secretaria de Mulheres do Sintusp cobrando resposta do USP Mulheres

Há uma semana sem reposta do USP Mulheres

Ontem, dia 12 de abril, completou uma semana que enviamos o ofício ao USP Mulheres cobrando um posicionamento a respeito da situação absurda a que estão submetidas as mulheres trabalhadoras terceirizadas do bandejão central. No entanto, não obtivemos nenhuma resposta.

Desde o dia 26 de abril, 4 trabalhadoras terceirizadas do bandejão não podem sequer comer a comida que ajudam a produzir. Na USP são centenas de trabalhadoras terceirizadas, sujeitas a sobrecarga de trabalho, atrasos de salários e assédios moral e sexual constantes. E desde que foi criado, nenhuma palavra do USP Mulheres foi dita a respeito das condições a que as mulheres da USP trabalhadoras terceirizadas estão submetidas.

Consideramos que parte da violência contra a mulher é também submete-la a piores salários e a precárias condições de trabalho. Seu trabalho vale menos, seu corpo vale menos e sua vida vale menos. E a USP tem sido parte das engrenagens para a manutenção do machismo e da violência contra a mulher na sociedade.

Por isso cobramos: USP Mulheres, as trabalhadoras terceirizadas não são mulheres da USP?

Saiba mais aqui: Trabalhadoras da USP exigem posição do USP Mulheres sobre terceirizadas




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