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Fogo no parquinho | Rinha no Twitter entre irmãos Weintraub e Eduardo Bolsonaro revela atritos na extrema-direita

Membros do governo Bolsonaro, entre eles Eduardo Bolsonaro, saíram publicamente em ataque aos irmãos Weintraub. Rinha na internet revela atritos na extrema-direita.

sexta-feira 21 de janeiro | Edição do dia

Foto: Reprodução/Twitter

A história toda começou quando Mario Frias, ex-ator da globo e secretário de cultura do governo federal, respondeu a uma indireta dos irmãos Weintraub no twitter. O motivo da indireta parece ter saído diretamente dos corredores do quinto ano: uma curtida no twitter… em seguido, o filho do presidente, que também é deputado federal, deu rt no ex-ator da Globo dizendo que “esse Thread explica muito do que estava ocorrendo nos bastidores.” Veja abaixo:

Segundo Frias, os irmãos Weintraub “estão há um ano curtindo todo lixo de perfil com postagem chamando o presidente de frouxo, traidor e coisas piores, enquanto você e seu irmão desfrutam dos altos salários dos cargos em que o PR os colocou.

Sua turma ataca todos os integrantes do Governo, inclusive a mim e a outros conservadores, e agora quer vir pagar de ofendido? Vire homem e diga logo que é oposição. Fica parecendo um moleque sonso, alimentando ataques por trás, mas se fazendo de aliado injustiçado pela frente.

Weintraub, o mentecapto negacionista que tentou destruir a educação no país, respondeu xingando muito no twitter, como se pode ver na amostra abaixo:

Apesar de toda a história ser recheada de detalhes cômicos, com direito a acusações gravíssimas como “moleque sonso”, a rinha revela atritos entre a extrema-direita e diferenças sobre quais rumos o governo deveria tomar. Ainda é cedo para afirmar categoricamente que há rachas categóricos entre os seguidores de Bolsonaro, mas os irmãos Weintraub vêm se diferenciando do genocida devido às alianças com o centrão. Eduardo, Frias e outros membros do governo defendem o centrão em nome da governabilidade, enquanto os irmãos metralha criticam o centrão (apesar de se beneficiarem com altos salários dos cargos nomeado pelo próprio Bolsonaro).

Quem é mais negacionista, olavista, reacionário e defensor da retirada de direitos da população em benefício dos grandes bancos e empresários do país, é difícil dizer. O que é fato é que essas rinhas talvez apontem caminhos pelos quais a extrema-direita pode trilhar daqui pra frente no Brasil.




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