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Professores demitidos de colégio privado não recebem seus direitos trabalhistas

terça-feira 31 de janeiro de 2017| Edição do dia

O cenário da educação no Brasil é destaque pela sua deficiência, engendrado pelo descaso político como podemos notar nas ações do governo que não cumpre suas obrigações no que diz respeito ao direito à educação e ensino de qualidade.

Contudo, a precarização do ensino não se restringe somente ao ensino público. A prática de desvalorização dos profissionais não honrando os compromissos e direitos dos professores e professoras é prática de colégios da rede particular de ensino.

No final de 2016, 19 professores foram demitidos do Colégio Fênix em São Caetano do Sul e até o momento suas rescisões não foram homologadas. Além disso, atraso de vale alimentação, atraso de pagamento de férias e não recolhimento de FGTS não foram cumpridos.

O Sindicato dos professores do ABC (SINPRO) e professores demitidos do colégio realizaram na manhã desta segunda-feira (30) uma atividade de panfletagem e diálogo para informar sobre o desrespeito da direção do Colégio Fênix com os professores e professoras que trabalham na Instituição.

Muitos pais ao serem abordados mostraram-se surpresos com a situação da escola e o descaso com o direito dos trabalhadores. A ação evidenciou o não cumprimento dos direitos trabalhista que por vezes é velada por instituições que desrespeitam os funcionários e os pais responsáveis pelos estudantes.




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