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Prefeito Daniel Guerra (PRB) de Caxias do Sul declara apoio ao ultra-reacionário Jair Bolsonaro

Se não bastasse, recentemente Daniel Guerra (PRB), não seguindo a linha do seu partido que apoia Geraldo Alckimin (PSDB), declarou publicamente apoio ao reacionário candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL), que é a cara da extrema direita e que propaga discursos de ódio, racismo, machismo e homofobia e ameaça metralhar adversários políticos.

segunda-feira 10 de setembro| Edição do dia

Daniel Guerra (PRB), partido ligado à Igreja Universal, desde o início do mandato expressou através de suas medidas uma política de direita. Deu início a uma política de “higienização” da cidade, dando aval para que a guarda municipal retirasse os indígenas e os imigrantes negros das ruas de forma truculenta e violenta.

Também com a tentativa de fechar a farmácia pública do IPAM, o que teria colocado 80 servidores na rua, levando suas famílias a ter que enfrentar o desemprego do município. Proibiu, através de uma liminar, manifestações nos arredores da prefeitura. Tentou expulsar os moradores do bairro Cinquentenário II, que à 20 anos ocuparam os terrenos porque não tinham onde morar. Além da insistência em terceirizar o Postão 24h e a UPA Zona Norte.

O gestor, exerce seu mandato com uma política de direita higienista, privatista, repressiva e opressiva. Se não bastasse, recentemente Daniel Guerra (PRB), não seguindo a linha do seu partido que apoia Geraldo Alckimin (PSDB), declarou publicamente apoio ao reacionário candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL), que é a cara da extrema direita e que propaga discursos de ódio, racismo, machismo e homofobia e ameaça metralhar adversários políticos.

Não é surpresa que Guerra apoia o Bolsonaro; mas sua declaração pública o colocando como vítima da intolerância e defendendo uma verdadeira mudança no Brasil, reforça o tipo de mudança que deseja e que vem tentando aplicar em Caxias do Sul. Ao mesmo reverte a situação ignorando a intolerância de Bolsonaro com o homossexuais, os negros e as mulheres; e a própria intolerância com os indígenas e os imigrantes negros.

Como defesa à essa política, é preciso fortalecer uma esquerda anticapitalista que aposta na mobilização independente dos trabalhadores, das mulheres, dos negros e da juventude contra o golpismo e a extrema-direita para que os capitalistas paguem pela crise.




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