Gênero e sexualidade

#PEPSICOENLUCHA

Pão e Rosas Brasil se solidariza com as trabalhadoras da PepsiCo

quinta-feira 27 de julho| Edição do dia

Em meio a segunda jornada de luta contra o fechamento da Pepsico da Argentina e a consequente demissão de 600 trabalhadoras e trabalhadores, o Grupo de Mulheres Pão e Rosas deu exemplo de internacionalismo: dezenas de mulheres trabalhadoras e estudantes se solidarizaram pelas redes sociais contra as demissões e dando apoio e força para as mulheres da fábrica que são linha de frente do conflito.

A segunda jornada de luta, que aconteceu ontem, contou com o apoio de diversos sindicatos e categorias de trabalhadores da Argentina, além da presença da deputada do PTS/FIT, Nathalia González Seligra e do candidato à deputado nacional Nicolás del Caño, que estão no cotidiano do conflito desde seu início. A marcha em defesa da manutenção dos postos de trabalho foi duramente reprimida, mas a luta da PepsiCo ainda segue.

As mulheres trabalhadoras da Pepsico tem sido a linha de frente dessa batalha, são conhecidas como “Leoas da Pepsico” e mostram que as mulheres devem assumir o combate contra as demissões e o protagonismo contra os grandes ataques do governo Macri, frutos da ganância capitalista.

Aqui no Brasil, tomadas por esse espírito, que também deve mover as trabalhadoras brasileiras que precisarão se enfrentar abertamente com as medidas de reformas do governo Temer, dezenas de jovens e trabalhadoras que se organizam junto ao Pão e Rosas se solidarizaram nas redes sociais. Trabalhadoras de diversos estados, professoras de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro , metroviárias, funcionárias da USP, estudantes da USP, UFABC, FAPSS, UERJ, UFRJ se uniram à jornada de lutas que acontecia na Argentina com cartazes que diziam: “nem uma a menos sem trabalho #Pepsicoenlucha”.

Vejam a galeria de fotos:


Desenho de Julia, estudante secundarista de Campinas/SP




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