Gênero e sexualidade

DIA LATINO-AMERICANO E CARIBENHO PELA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO

Pão e Rosas Araraquara e Marília fazem ato estético pela legalização do aborto

Pão e Rosas Araraquara e Marília fazem ato estético pelo dia 28 de Setembro, dia Latino Americano e Caribenho pela descriminalização do aborto. No Brasil, onde um milhão de mulheres abortam e cerca de 500 mil morrem em decorrência das péssimas qualidades dos abortos, impostos pela condição de clandestinidade, são sumariamente desprezado e rifados por interesses políticos alheios aos direitos das mulheres.

sexta-feira 2 de outubro de 2015| Edição do dia

Dilma, com sua carta aberta ao povo de Deus, deixou claro desde o início de seu mandato sua posição abstencionista em relação a questões polêmicas, relegando ao Congresso questões como o aborto. Por outro lado, Cunha e sua corja de reacionários se empenham em atacar ainda mais o direito ao aborto, legal, seguro e gratuito. O discurso contra aborto é revestido de moralismo e negado. O direito a maternidade não se dá de outra forma: as péssimas condições de atendimento no SUS que impossibilitam o acompanhamento pré-natal de qualidade, os ataques às creches e as péssimas condições de trabalho que não asseguram os direitos à mulher grávida, impedem a mulher, que é a principal responsável pela criação das crianças, de criá-las.

Dilma, Cunha e os setores conservadores da política estão de mãos dadas implementando os ajustes que precarizarão ainda mais as condições de vida da mulher trabalhadora, e afastá-las ainda mais do direito de decisão sobre suas vidas e corpos.

O Pão e Rosas votou em seu Encontro de Mulheres e LGBT, no dia 29 de agosto, entre várias campanhas, a campanha pela legalização do aborto, que sempre demos muita centralidade. Estamos oraganizando junto com trabalhadoras e estudantes mais atividades nos locais de trabalho e estudos, e nas entidades estudantis e sindicatos que fazemos parte, exigindo que as entidades estudantis como o CAFF (Centro Acadêmico de Ciências Sociais da Unesp de Araraquara) se somem à essa luta, como na Secretaria de Mulheres do Sintusp, pois só poderemos avançar e tornar esta luta forte se debatermos entre a classe trabalhadora para que ela tome para si esta demanda e fortalecer um grande movimento no país pela educação sexual e pelo direito ao aborto legal, seguro e gratuito.




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