PALESTRA NA UnB: IMPASSES DO GOLPE

Os impasses do golpe na conjuntura atual

Na última quinta-feira, dia 3/5, foi promovido um debate sobre Os impasses do golpe Temer, com a intervenção do prof. Gilson Dantas, reproduzida abaixo, em forma de áudio.

Gilson Dantas

Brasília

sexta-feira 11 de maio| Edição do dia

Em combate contra os cortes de verbas e desmantelamento da Universidade, os estudantes da UnB entraram em greve em seguida à paralisação dos trabalhadores [Sintfub].

O centro acadêmico do Serviço Social [Caseso] vem promovendo atividades políticas, de debate com professores para dar mais força ao movimento.

Na última quinta-feira, dia 3/5, foi promovido um debate sobre Os impasses do golpe Temer, com a intervenção do prof. Gilson Dantas, reproduzida abaixo, em forma de áudio.

São 40 minutos onde são examinados elementos do tipo: como se chegou ao golpe? Qual a natureza da estratégia do PT em todo esse processo? O que é um golpe institucional? Contra quem e para que foi desfechado?

Qual o significado político da greve dos professores municipais de SP que derrotou a reforma da previdência do Dória? Quais os cenários que se colocam na política nacional? De parte da esquerda qual seria o duplo movimento para romper com os impasses e o avanço molecular do golpismo?

Por que a saída não virá de mais conciliação de classe e, portanto, de frentões policlassistas com partidos da patronal? E nem com frentões de esquerda para reciclar a política do PT, tipo Boulos e o Vamos?

Para maior aprofundamento do debate, recomendamos, dentre outros, esteartigo, também este e este.

A palestra foi seguida de vivo debate com os estudantes presentes no centro acadêmico, além de alguns professores, e ficou evidente a postura de combate de parte de vários companheiros que percebem que seguir com a estratégia petista de conciliação de classe não é saída.

Mas que encontram resistência de muitas de suas direções políticas para avançarem para a organização pela base, para avançarem na construção de um polo classista e de massas na política nacional, que derrote os ataques do Temer, que sacuda a paralisia petista no movimento sindical. Tarefa necessária para rompermos com a grande vantagem do golpismo: o escasso protagonismo político do movimento sindical, a falta de um partido político, de base operária, que ofereça uma saída programática por fora da política de conciliação de classes.

Você pode conferir no vídeo a seguir:




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