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GREVE UNICAMP

Mobilização na UNICAMP aumenta: Instituto de Economia em greve

Depois de 3 dias paralisados, os estudantes de economia decidiram pela greve como instrumento político de pressão para alcançar as pautas unificadas contra os cortes, por cotas, permanência e transparência nas contas, além de manterem a pauta contra o golpe institucional.

terça-feira 17 de maio de 2016| Edição do dia

Na noite de segunda-feira, 265 estudantes da economia se reuniram na maior assembleia desde a votação do processo de impeachment na câmara e decretaram greve. Seguindo a tônica iniciada pela greve do IA, todos os cursos de artes e humanas do campus principal estão em greve.

Foram 173 votos a favor da greve, expressando as falas que retomaram o mote aprovado de: Cotas Sim, Cortes Não. Contra o Golpe e Pela Educação. Por Moradia, Ampliação e Transparência. Ligando essas pautas a defesa dos setores oprimidos apareceu com força, expressando a luta contra a direita reacionária que assume o Planalto e carrega todo conteúdo racista e machista que se opõe a forte mobilização que vem sendo construída, com muitas mulheres na linha de frente e na luta pelas cotas étnico-raciais.

Essa força e vigor da mobilização na economia precisa chegar a outros institutos, com todos os conteúdos bastante profundos que a paralisação já colocou (como pode ser visto aqui) e que pode se enriquecer na unificação com outros institutos, com as outras universidades e com os secundaristas em luta.




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