Educação

MERENDA ESCOLAR

Merendão do PSDB chega próximo de Alckmin e Marquezelli

A Operação ALBA BRANCA, que investiga um esquema de superfaturamento na compra de merendas escolares pela Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, e em mais de uma centena de cidades do Estados, todas ligadas à direta ou indiretamente ao Governo tucano, esta cada vez mais próxima de Geraldo Alckmin.

quinta-feira 4 de fevereiro de 2016| Edição do dia

Em noticia divulgada hoje, 3 de fevereiro, pelo Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, Carlos Luciano Lopes, vendedor da cooperativa suspeita de comandar esquema de fraudes na merenda, disse à Polícia e à Promotoria que acompanhou lobista Marcel Ferreira Julio a Pirassununga (SP) ,e que nessa cidade o lobista realizava diversos pagamentos de “comissões” provenientes de vendas superfaturadas pela
Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar( Coaf) para a merenda escolar.

“Numa dessas vezes que César levava dinheiro para ele (Marcel), era combinado que se encontrariam na cidade de Pirassununga, onde o pagamento era realizado na distribuidora de bebidas de propriedade do deputado do PTB Nelson Marquezelli”, relatou Carlos Luciano Lopes.

Carlos Luciano afirmou que : “Marcel guardava o dinheiro no seu automóvel, em seguida todos entravam no escritório do deputado, conversavam sobre assuntos políticos, mas em determinado momento da conversa o declarante e César Bertholino se retiravam da sala a pedido de Marcel,” e que Marcel “ficava a sós com o deputado”.

O lobo cuidando do galinheiro

Nelson Marquezelli (PTB/SP), encontra-se em seu sétimo mandato consecutivo, é um político de idade avançada 74 anos e é ouvidor-geral da Câmara, de São Paulo.

Foi integrante da ARENA e PDS durante toda a ditadura, em 1990 eleger-se-ia deputado federal pelo PTB , foi o responsável pela elaboração do projeto de reajuste de mais de 60% nos próprios salários dos parlamentares, alegando que assim os parlamentares não precisariam mais "fazer bico". Votou também contra a emenda que punia com mais rigor o trabalho escravo, entre outras aberrações.

Marquezelli é o legitimo representante do carcomido regime político brasileiro. Um homem da lumpem burguesia que sempre utilizou sua localização no estado para tirar daí e de suas relações enormes somas de dinheiro. O caso do Merendão do Tucanato paulista, em seu modos operantes não diferencia muito dos esquemas montado pelo PT na Petrobras e demais estatais. Dinheiro público, passado por empresários que vai parar nos bolsos de políticos. É preciso por abaixo esse regime político caudatário da transição democrática compactuada entre os militares e a oposição ao regime composta tanto pelo Ptismo como por setores que, naquele momento se encontravam no MDB e que depois vieram fundar o PSDB. Para isso é preciso arrancar, com a força das mobilizações, um nova Constituinte que refunde o país sobre novas bases, que se resolva o problema da concentração de terra e renda, que acabe imponha conquistas democráticas com o direito ao aborto, realizado pelo SUS, que garanta educação livre, gratuita, laica e de qualidade, que possibilite acesso a saúde a toda a população, que acabe com o Senado e que faça com que todo político e funcionário público ganhe o mesmo que um professor.

INVESTIGAÇÃO INDEPENDENTE E PUNIÇÃO DE TODOS

A operação ALBA BRANCA,tem aberto várias facetas de corrupção realizado pelo Governo Alckmin, entretanto todo professor e funcionário de escola sabe que isso é apenas uma de muitas maracutaias que existem dentro dos muros da escola.

Apostilas que custam milhões e milhões de reais e que na maioria das vezes não são usadas por sua qualidade sofrível e pelo atraso na entrega. Assinaturas de revistas e jornais que pertencem a grandes doadores para campanha tucana, e um incalculável número de roubos e desvios.

As investigações da ALBA BRANCA, perpassam pelo presidente da ALESP, Fernando Capez, chega até o inominável “Moita”, enlameia Hermann e seu chefe de Gabinete Padula e agora pega em cheio o Deputado e ouvidor da Câmara dos Deputados Marquezelli. A situação do Tribunal de Contas do Estado também não difere em nada.

Nesse sentido é preciso por de pé uma comissão de investigação independente do estado e de seus órgão, todos carcomidos por uma corrupção endêmica. Uma comissão formada por pais, alunos, funcionários e professores que tenha acesso a todos os dados da Secretaria de Educação e que consiga punir a todos os envolvidos, corruptos e corruptores.




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