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BANCÁRIO SE SUICIDA

Mais uma vítima fatal na reestruturação da Caixa

Segundo informações divulgadas em redes sociais, um funcionário da GIFUG de Curitiba (área meio relacionada ao FGTS) teria se jogado do 10º andar do prédio onde trabalhava, nesta quinta-feira, 5.

sexta-feira 6 de janeiro| Edição do dia

No mês passado, outro funcionário da GIFUG, em Salvador, se suicidou após abrir fogo em seu local de trabalho, matando uma funcionária e deixando outros feridos no local. Segundo notícias da grande imprensa, o alvo do ataque era o seu chefe.

Embora as motivações dos atos não estejam totalmente claras, é evidente que o fato de terem acontecido nos locais de trabalho desses funcionários denuncia os níveis de ataque, pressão e assédio, consequências das medidas de reestruturação da Caixa.

Extinção de funções gratificadas que acarretam cortes no salário, transferências compulsórias, ameaças de fechamento de agências consideradas deficitárias (ou seja, fechamento de agências que não cumprem com as metas cada vez mais exorbitantes de vendas de seguros, previdência, capitalização), o plano de demissão voluntária que se avizinha e quer cortar 10 mil postos de trabalho, são parte do rol de ataques aos trabalhadores que a direção do banco já tentava implementar desde o governo Dilma, e que sob os mandos do governo golpista de Temer, se aprofundaram mais rapidamente.

Estes são os verdadeiros responsáveis por essas tragédias que vem acontecendo. As mãos da direção da Caixa e do governo golpista também ajudaram a puxar o gatilho.




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