Juventude

AUMENTO DAS PASSAGENS

Luta contra o aumento das passagens no Amapá continua

No ultimo dia 05 a população Macapaense foi surpreendida com o aumento abusivo da tarifa de ônibus, o valor passou de R$ de 2,10 para R$ 2,75. A medida se deu diante de um acordo judicial entre a Prefeitura (Clécio/PSOL) e o SETAP (Sindicato das empresas de ônibus do Amapá), um acordo que prejudica em especial os trabalhadores e estudantes que necessitam diariamente do transporte para se locomover pela cidade.

quinta-feira 10 de setembro de 2015| Edição do dia

No ultimo dia 05 a população Macapaense foi surpreendida com o aumento abusivo da tarifa de ônibus, o valor passou de R$ de 2,10 para R$ 2,75. A medida se deu diante de um acordo judicial entre a Prefeitura (Clécio/PSOL) e o SETAP (Sindicato das empresas de ônibus do Amapá), um acordo que prejudica em especial os trabalhadores e estudantes que necessitam diariamente do transporte para se locomover pela cidade.

Não é de hoje que a população sofre com as medidas abusivas de seus prefeitos. Na gestão de Roberto Góes (PDT) foi realizando um acordo com empresas de transporte coletivo para atuarem em Macapá por 10 anos e quando Clécio assumiu a Prefeitura manteve o acordo. Vale lembrar que o Prefeito havia dito que até o fim de 2013 abriria novos processos licitatórios para novas empresas atuarem em Macapá, e que iria apresentar todo o processo em audiências publicas para a população. Diante da realidade dessa gestão abusiva que não cumpre suas promessas, os macapaenses vão mais uma vez às ruas nesse dia 10 de setembro, às 8h, com concentração na Praça da Bandeira, reivindicar a revogação do aumento.

Temos como exemplo os professores que sofreram duras repressões pela Prefeitura, e também os docentes e trabalhadores técnico-administrativos da Universidade Federal do Estado que tiveram suas atuações em greve muitas vezes reprimida pela sua Reitoria e não recuaram. Com esses exemplos chamamos a todos para comparecerem ao ato contra o aumento da tarifa e lutar por um transporte público e de qualidade, sob controle operário e popular.




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