Educação

GREVE DA EDUCAÇÃO

Em Contagem, trabalhadores da educação e da saúde realizam apitaço e exigem direito à fala na Câmara Municipal

terça-feira 4 de abril| Edição do dia

Dezenas de trabalhadoras e trabalhadores em greve da educação, junto com trabalhadores da saúde e estudantes tiveram seu direito à fala negado por parte dos vereadores do município, rompendo acordo feito anteriormente.

O presidente da Câmara Municipal Daniel Carvalho (PV) alegou trâmites burocráticos para que os trabalhadores em greve não pudessem falar contra a reforma da previdência e sugeriu que a fala fosse feita em 30 dias.

Após ser chamada de "menina" pelo vereador Zé Antonio (PT), a coordenadora do sindicato SindUTE, Barbara Villaça, fez um jogral reafirmando que aquele espaço deveria ser aberto a todas trabalhadoras e trabalhadores da cidade e que a educação e a saúde retornarão na próxima semana, conforme definido hoje. Reafirmou ainda que os deputados que votarem a favor da reforma da previdência, assim como os vereadores do mesmo partido, não voltarão a ser eleitos, por atuarem contra os direitos da população.

A greve das trabalhadoras e trabalhadores da educação de Contagem, contra as reformas da previdência e trabalhista e todos os ataques do governos golpistas aos direitos dos trabalhadores, segue com força até a próxima assembleia, que será realizada na quarta, 5, às 8h na Praça Iria Diniz.




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