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NICOLAS DEL CAÑO

Del Caño: “Equador mostra que não se pode conciliar os planos do FMI com os interesses populares”

O candidato da Unidade da Frente de Esquerda esteve em Intratables, programa de TV argentino nesta terça-feira. Nicolás, além de analisar a conjuntura política do Equador, denunciou que grandes grupos empresariais se beneficiaram com a crise na Argentina, disse: “ Existem muitos recursos, o problema é que os grandes grupos empresariais roubam eles”.

quinta-feira 10 de outubro| Edição do dia

Na entrevista, ele começou dizendo: "Macri está buscando o voto da extrema direita. As declarações de Pichetto, sobre beijar um lenço azul em Tucumán e dizer que as ’duas vidas’ em Mendoza são porque ele está buscando o voto de Gomez Centurion".
Após isso, Nicolás denunciou que "todos os recursos que o país tem hoje não podem ir à fuga de capitais, ao pagamento da dívida, às companhias de petróleo e às empresas privatizadas".

O candidato da Frente de Esquerda também pontuou a importância da teoria Marxista e Trotskismo nos dias atuais, disse: "Me parece importante a vigência de Marx e Trotsky, duas grandes personalidades, mentes brilhantes". Ele completou dizendo: "a luta de classes, como Marx disse, tem um papel preponderante, como se vê hoje no Equador com as grandes massas de trabalhadores, povos nativos e movimentos estudantis como linha de frente do movimento contra os planos do FMI".

Del Caño apresentou alguns dados: “São três milhões de dólares por dia que as empresas de serviços públicos privatizados ganham, enquanto a grande maioria sofre tarifas brutais".
Afirmou também: "O fracasso do capitalismo também mostra que surgem fenômenos aberrantes como Bolsonaro ou Trump.No entanto, há um jovem se rebelando"

Sobre o atual presidente argentino, Del Caño disse: "Macri já foi, ele provou seu fracasso. A política de ajuste brutal garante um saqueamento. Alberto tenta conciliar os interesses da burguesia com os do povo trabalhador, mas isso não é viável".

Por fim, o candidato disse: "Essa mentira barata de ’Eles são os mesmos’, que eu nunca disse, é repetida por pessoas como você. Chamamos a votação em branco, o que não significa que eles sejam os mesmos".




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