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Caos no Amapá: PDT de Góes e Ciro Gomes também é responsável

A situação no Amapá segue caótica. Depois do apagão e do rodízio de fornecimento de energia, uma situação que já se estende a 15 dias, um novo apagão levou a mais manifestações na madrugada de terça para quarta feira (17 e 18).

quinta-feira 19 de novembro| Edição do dia

FOTO: Maksuel Martins /Folhapress

Ciro Gomes se pronunciou hoje em suas redes sociais, repudiando o descaso com a população amapaense e responsabilizando o também responsável governo Bolsonaro.

De fato a situação no Amapá é calamitosa e sim responsabilidade do governo Bolsonaro e sua política de privatizações junto a Paulo Guedes, política essa que coloca o lucro dos empresários acima da vida de milhares de pessoas, mas é também responsabilidade de Góes (PDT) governador do estado e do mesmo partido que Ciro Gomes, que a dois aos sabia do risco do apagão e nada fez para evitá-lo, nem diante da pandemia.

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Góes que trata com descaso a situação da população no Amapá, onde diante do rodízio de energia prioriza os bairros ocupados pelas elites, que manda a polícia reprimir duramente as manifestações destes que diante da situação além de falta de energia, se enfrentam com a falta de água, alimentos e atendimentos prioritários, além do acesso a informação, a dignidade.

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Góes e o PDT de Ciro Gomes também são responsáveis, em primeiro lugar pela negligência e em segundo lugar por não apresentar uma resposta imediata para a população amapaense. São parte de legitimar e viabilizar o regime do golpe, e a situação no Amapá confirma isso.

Em unidade com mídia burguesa, o partido que se diz democrático (PDT) segue rifando vidas e deixando cada vez claro a qual projeto serve: o projeto burguês para descarregar a crise nas costas da classe trabalhadora.

Os amapaenses seguem se organizando em ações solidárias, e também em manifestações nas ruas, pelos seus direitos básicos, arrancados à força pelos governos criminosos de Bolsonaro e Paulo Guedes e também de Góes do PDT, este que responde às necessidades da população da base da bala e da repressão.

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É urgente um plano de emergência para retomar o fornecimento de energia e de água, garantir alimentos e condições sanitárias para a prevenção da COVID-19, além de colocar de pé uma forte luta contra as privatizações e por um sistema de energia 100% estatal e sob controle dos trabalhadores.

Entenda melhor: O povo do Amapá não pode esperar, é necessário uma resposta imediata da esquerda




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