Educação

GREVE EDUCAÇÃO SP

Basta de assédio de Covas ao funcionalismo que luta pela população

A prefeitura de Bruno Covas como forma de reprimir a greve contra o SampaPrev tem realizado uma série de medidas de assédio contra o funcionalismo que se mobiliza para revogar a absurda reforma da previdência a nível municipal, que vem junto com a Reforma da Previdência de Bolsonaro para nos fazer trabalhar até morrer.

sexta-feira 8 de fevereiro| Edição do dia

Na última segunda-feira, 4, os servidores do município de São Paulo realizaram uma assembleia na qual votaram o início de uma forte greve contra a Reforma da Previdência de Covas e os ataques à educação e saúde que atendem a população pobre, com a qual o governo não se importa, mas os servidores que dedicam sua vida a esse atendimento, sim. Nesta quinta, em um ato ainda maior frente a intransigência do governo Covas, a greve foi referendada. E as mulheres foram a linha de frente de resistir a covarde repressão repressão da polícia de Dória em conluio com Covas http://www.esquerdadiario.com.br/Greve-de-SP-mulheres-a-frente-no-enfrentamento-a-repressao-contra-a-reforma-da-previdencia.

O chamado SampaPrev foi aprovado no final do ano de 2018 às vésperas do natal e em pleno recesso escolar pela câmara de vereadores, como uma forma de atacar o funcionalismo para avançar sobre os direitos de todos os trabalhadores.

Frente a mobilização de diversas categorias do funcionalismo contra essa medida reacionária, que dia a dia o prefeito junto com a mídia tentam esconder, Bruno Covas tem realizado uma série de medidas e ameaças de perseguição contra os trabalhadores que se mobilizam. A prefeitura tem atuado numa política de apreensão dos nomes e RFs daqueles que paralisaram suas atividades, chegando a ameaçar inclusive de cortar o ponto dos trabalhadores e contratar professores de forma precária e temporária para substituir os professores em greve e retirar seu direito de defender a educação e o direito a aposentadoria.

É inadmissível que frente a um ataque tão absurdo os servidores não tenham o direito de se manifestar e que sofram tais tipos de ameaças. Defendemos e lutamos pelo direito incondicional à greve e à todo tipo de mobilização que se coloque em defesa dos direitos trabalhistas, da educação e da saúde pública, das mulheres, negros e LGBT’s, contra todo tipo de repressão por parte da prefeitura e das diretorias de ensino que perseguem os grevistas a mando do governo.

Ameaça do prefeito de corte de ponto e substituição por professores temporários

O Esquerda Diário se coloca a serviço de receber e denunciar todos os assédios realizados pelas diretorias e prefeitura contra os professores e funcionários públicos que lutam. *Chamamos os servidores a enviarem duas denúncias anonimamente e dar voz ao que estão passando, podem enviar em nossa página do jornal https://www.facebook.com/esquerdadiario/ em nosso email esquerdadiario@gmail.com ou na página do Movimento Nossa Classe Educação https://www.facebook.com/profpbase.

Não vamos admitir perseguição!

Frente ao novo governo de Bolsonaro, fruto das eleições manipuladas pelo judiciário, é de ainda maior importância que o funcionalismo siga em uma forte luta contra Covas e Dória no governo do Estado. A luta contra o SAMPAPREV é parte da luta contra a Reforma da Previdência a nível federal que Bolsonaro tem como prioridade aprovar, contra todos os ataques à educação pública que estão colocados, e o avanço sobre os direitos democráticos da população. Por isso chamamos todas e todos, trabalhadores, estudantes, e o movimento de mulheres rumo ao 8M a se colocar em solidariedade ativa a cada uma das ações dessa batalha.

Apenas a força da greve pode garantir que o governo não imponha retaliaçãos sobre os professoes e servidores mobilizados. É preciso que os professores e o restante do funcionalismo tome a greve em suas mãos http://www.esquerdadiario.com.br/Massificar-a-greve-dos-servidores-e-unificar-com-a-populacao-para-derrotar-a-reforma-da-previdencia e contagie o conjunto do movimento operário contra os ataques de Bolsonaro, exigindo das Centrais Sindicais que rompam sua paralisia e convoquem um plano de lutas unificado nacionalmente contra a Reforma. A força das mulheres, que já são linha de frente do enfrentamento com Covas e sua repressão policial http://www.esquerdadiario.com.br/URGENTE-Policia-de-Doria-reprime-professores-no-ato-em-Sao-Paulo, é capaz de junto a população impor uma derrota à prefeitura, e se transformar no início de uma grande luta nacional para frear os ataques.




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