Cultura

CARNAVAL 2017

As ruas de São Paulo são do carnaval – 19 de fevereiro

Gabriela Farrabrás

São Paulo | @gabriela_eagle

segunda-feira 20 de fevereiro| Edição do dia

Troça Elétrica

Às 19h no palco no vale do Anhangabaú terá a Troça Elétrica com Nação Zumbi, Siba e Orquestra de Frevo Henrique Dias.

Cordão do Congo

Às 15h na esquina da Rua Raulino Galdino da Silva com a Rua Araujo Guimarães
desfila o cordão carnavalesco do samba do congo que teve seu inicio em 2013. No final de semana que antecede o carnaval, mais especificamente no domingo, o cordão trilha pelas ruas da do bairro da Brasilândia e Morro Grande.

Nunca fiz amigos bebendo leite

Às 14h na Rua Anny desfila o Bloco nunca fiz amigos bebendo leite que nasce com a ideia de trazer mais cultura para a comunidade de Heliópolis regatando uma das festas mais importantes do nosso país. Realizaremos nosso primeiro evento e esperamos uma aceitação máxima da nossa comunidade onde residem 225 mil moradores.

Unidos do Jaçanã

Às 16h na Rua Antônio César Neto o Unidos do Jaçanã junta a comunidade do Jaçanã para mais um grande dia de festa.

Espalhafatos

Às 15h na Rua Dr. Heládio desfila o Bloco de Carnaval Espalhafatos que é uma das atividades do Grupo Teatral Espalhafatos, fundado em 1999 e tem como principal objetivo contribuir para o resgate do carnaval de rua, promovendo um ambiente familiar para os moradores do bairro da Penha/ Vila Esperança, onde já existe uma tradição carnavalesca.

Arrianu Suassunga

Às 15h na Rua Guaicuí desfila a orquestra de alfaias Arrianu Suassunga, que brinca ritmos tradicionais com alma contemporânea. O bem humorado bloco conta com dançarin@s que são uma maravilha!!! A concentração é no delicioso bar Pítico e a dispersão é no C# do Padre.

Bloco Chinelo de Dedo

Às 15h na Praça dos Omaguas desfila o Bloco Chinelo de Dedo que nasceu em 2014, no Rio de Janeiro, como o primeiro bloco dedicado ao samba de raiz. Em sua longa trajetória no Carnaval carioca, Rodrigo Moreira percebeu que o samba tradicional era deixado de lado durante a época – muitos blocos preferiam investir em outros ritmos, como pop rock e axé.

Gambiarra – O bloco e Thiago Abravanel

ÀS 14h desfila o bloco criado em 2015, bloco da festa gambiarra, que existe há 8 anos e é a maior festa de música brasileira do País reuniu em seu primeiro ano de atividade 20 mil pessoas nas ruas de São Paulo. Em 2016, devido à grande aceitação do público, uniu-se ao artista Tiago Abravanel e, juntos, levaram mais de 60 mil pessoas, entre jovens e famílias, para a Av. Faria Lima no pré-carnaval paulistano.

Bloco do Bargaça

Às 14h na esquina da Rua Harmonia com a Rua Aspicuelta desfila o bloco que é conhecido na Vila Madalena por reunir durante todo o ano músicos e moradores da região em um clima amigável e descontraído, relembrando a Vila de décadas atrás. Durante os dias de carnaval o Bargaça reunia os amigos dentro do bar mas notou-se que todos gostariam de festa de carnaval aberta, na rua.

Bloco do Vinil

Às 14h na Rua Fradique Coutinho desfila o bloco que tem a missão de reviver a cultura dos toca discos, num momento onde tecnologia se sobressai, é importante reviver a cultura do vinil, da mixagem e da musicalidade brasileira guardada nesse objeto. Grandes nomes da cultura do vinil brasileiro, conhecidos mundialmente, apoiados por jovens que buscam manter viva a cultura turntablista no Brasil.

Acadêmicos do baixo Augusta

Às 16h na Rua da Consolação desfila o bloco que foi fundando em 2009 para celebrar a diversidade e revitalização da região por uma turma de amigos que reunia empresários e moradores da região e entusiastas do Baixo Augusta enquanto território livre de manifestações culturais e boêmia. A história do bloco se confunde com o processo de retomada do carnaval de rua cidade.

Bloco Salete Campari

Às 16h no largo do Arouche desfila o bloco carnavalesco voltado para o publico em geral com temática LGBT




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